Um ‘longão’ diferente! Bem prestigiado (apareceram cinco), rota diferente (planejada pelo Cel. Carlos) e ritmo mais rápido. O resultado foi uma quebradeira geral.
No sábado passado, havíamos combinado de melhorar o ritmo, um pouco mais rápido do que vínhamos correndo. Algo em torno de 6min a 6min20s/km. A ideia era treinar num ritmo que não fosse tão lento e nem tão forte, mas que pudesse ser confortável e suportável para todos concluírem o treinamento e, ao mesmo tempo, ir condicionando o corpo para suportar a dureza de uma maratona.
Saímos com esse propósito e corremos juntos num ‘pace’ bom de 6min09s/km até o km 10, quando começou a ‘quebradeira’. O primeiro foi o Gil Leite, que sentiu dores musculares e resolveu diminuir o ritmo. Mais adiante, o Isnard ficou para trás. Alegou cansaço, ‘pulmão’ como ele mesmo disse, mas continuou correndo, reduzindo o ritmo.
Nos dois últimos quilômetros, já na orla da cidade, mais uma baixa. Nosso amigo ‘Pérola Negra’ ficou sem ‘combustível’, diminuiu o ritmo, mas chegou bem. Eu e o Cel. Carlos seguimos juntos e concluímos o treino um pouquinho abaixo do planejado, porque aceleramos no final.

O Garmin registrou 15,27 km de percurso num tempo de 1h30min05s, ritmo médio de 5min54s/km, velocidade média de 10,2 km/h e 1121 calorias gastas. No sábado passado, corremos um pouco mais de 13 km em 1h36min. Nesse, corremos mais em menos tempo. Um bom sinal!
Durante essa semana, testei o SOLEUS GPS RUNNING WATCH 1.0, o relógio de corrida lançado recentemente no mercado pela SOLEUS. Apresenta design compacto e não tem o inconveniente de “vestir” ou carregar muita coisa, apenas o relógio, pois não há sensores de GPS avulso, como em outras marcas disponíveis no mercado. Difere-se dos relógios comuns de corrida, com cronômetro, pelo GPS, que permite monitorar o treino com dados de distância, ritmo, velocidade, número de voltas e calorias gastas.

Inicialmente é necessário personalizar o relógio com dados do usuário (gênero, idade, peso e altura). Depois, as configurações de unidades de medidas de grandezas físicas (distância e velocidade) e de ajuste de hora, data e formato. O GPS possui seis modos diferentes de uso, sendo o RUN, o ideal para a corrida. Ele exibe no visor dados do número de voltas, distância, velocidade, ritmo e calorias queimadas, em quatro diferentes opções: 1)cronógrafo/distância/relógio; 2)cronógrafo/distância/ritmo; 3)cronógrafo/distância/velocidade e; 4)cronógrafo/distância/calorias. A tela pode ser modificada durante a atividade através do botão ‘VIEW’. Esses dados só aparecerão quando o GPS estiver ligado.
Antes de ligar o cronômetro do relógio é necessário esperar o GPS conectar-se aos satélites, o que não demora muito, em média, dois minutos e não há necessidade se ficar parado esperando. Entretanto, num dia de treino com o tempo “fechado”, constatei que ele demorou um pouco mais para ‘achar’ os satélites, porém, funcionou plenamente. Faltou testá-lo em túneis, em função da ausência deles em Macapá.
O marcador de ritmo pareceu-me eficiente, não apresentou grandes variações nas suas marcações. Durante o percurso, intercalei ritmos variados, rápidos e baixos, para observar a resposta do GPS, o que prontamente era registrado.
Ele possui modo Auto lap, ou seja, o marcador automático de voltas, que pode ser configurado para marcar voltas com distâncias pré-estabelecidas e com aviso sonoro. Nas parciais são mostradas a distância e o ritmo médio. Muito bom para monitorar sua corrida em provas longas, que exige controle não só da distância, mas também do ritmo.
O relógio apresenta ativador de iluminação para às atividades noturnas, através do botão ‘LIGHT’. A luz permanece ligada por 10 segundos, tempo suficiente para verificar os dados da tela. O ideal é utilizar a opção ‘Night’, para que a luz seja ativada através de qualquer botão.
Um dos pontos negativos do GPS está no formato dos dígitos. Eles são finos e pequenos, o que dificulta a leitura, principalmente dos “quarentões”, que já tem a visão cansada e comprometida. E mais, o relógio não permite: inclusão de dados de treino; mapeamento do percurso e exportação para sites ou computador. Porém, ele grava até 30 horas, 30 arquivos e 100 voltas. O modo ‘RUN DATA’ memoriza, recupera os dados da corrida e permite a visualização.

O SOLEUS GPS RUNNING WATCH 1.0 é uma boa ferramenta para monitoramento de sua corrida. É simples, compacto e eficiente com os dados a que se propõe monitorar. A meu ver, é mais adequado para treinos longos e provas, devido a sua limitação de inclusão de dados para um treino de ‘tiros’, por exemplo. Entretanto, é uma opção intermediária entre os relógios comuns, de cronômetro e os ‘tops’ de linha, com GPS, frequencímetro, e software de controle.

Não foi possível registrar o treino de ontem, aqui no blog, por conta de problemas técnicos no funcionamento da internet “banda lerda”, que temos aqui em Macapá. Só voltou a funcionar em condições de postar fotos e textos no período noturno. Nesse horário, já estava “pra lá de Marrakesh”, de tanto sono, que não conseguia raciocinar.
Reestabelecida a normalidade da internet e com meu raciocínio lógico funcionando plenamente, agora dá tempo de registrar a atividade. A programação era 15 “tiros” de 1min40s em ritmo de 4min a 4min10s, com intervalo de 1min entre as séries. Conclui o treino com ritmo médio de 4min31s/km, velocidade média de 13 km/h e máxima atingida de 15,5 km/h e frequência cardíaca média de 170 bpm.
Não consegui ainda correr no ‘pace’ programado para os tiros curtos. Mas, ontem, tenho a impressão que os expectadores do “kite surf”, presentes no calçadão do Complexo do Araxá, contribuíram para isso. Por questões de segurança, tinha que reduzir a velocidade e desviar deles para evitar acidentes. É bem verdade que a presença dos ‘surfistas’ deu um colorido diferente ao rio Amazonas e encantou quem passava por lá.
Uma corrida confortável é tudo o que você espera quando coloca seu tênis, meia, short, camiseta e às vezes, um cronômetro. Entretanto, um descuido na escolha desses acessórios pode significar uma boa dose de irritação. E entenda-se irritação de forma literal. É que, durante sua corrida, qualquer coisa que provoque fricção, pode ter certeza, vai irritar sua pele.
No caso específico do short, em função do contato com a coxa, ele é danado para provocar aquelas manchas avermelhadas, características de pele irritada, mais conhecidas como “assaduras”. E quando isso acontece, o incômodo é capaz de fazer você desistir da corrida, tamanha é a dor.
A menos que você prefira passar por esse incômodo, há no mercado algumas alternativas: os shorts tradicionais e os de compressão (usados no ciclismo). Os tradicionais, no formato, e modernos, na tecnologia utilizada, são confeccionados em microfibra e, em geral, veem com uma cueca em tecido que proporciona secagem rápida do suor e controle da umidade. A vantagem deles é que são mais confortáveis, mais frescos e vestem melhor, se você tem um estilo menos despojado.

A outra opção é conhecida como shorts de compressão, tipo leggings ou bermudas de compressão. Esses, além de eliminar o atrito, fornecem suporte e aderência a musculatura da coxa. Em geral, são fabricados em tecido tecnológico: poliamida, lycra ou fibra bastante parecida a borracha, dado sua elasticidade. Além disso, são resistentes à luz solar. Seu uso é bastante difundido pelos praticantes do triathlon e vem ganhando adeptos na corrida.
Um meio termo também é possível: usar um short tradicional sobre o de compressão. Existem, inclusive, marcas que comercializam esse modelo numa peça só: short tradicional e de compressão, ao invés da cueca.  Ao meu ver é a opção que mais vem sendo utilizada, depois do velho e bom short.

A decisão é sua, de acordo com o estilo, preferência pessoal, conforto, funcionalidade e seu bolso. Mas é certo que eles valem o investimento.
Estava me sentindo indisposto, mesmo assim, fui cumprir a planilha. Como a previsão era de um treino de “tiro”, que exige um pouco mais do corpo, resolvi não monitorar o ritmo, apenas correr num de forma confortável, nem muito lento, para não descaracterizar a programação, e nem muito rápido, para não tornar o treino chato, dado a minha disposição, ou melhor, indisposição.
Só fiquei sabendo do resultado do treino depois de passa-lo para o computador. Confesso que fiquei surpreso! A média de ritmo foi de 4min38s/km, um pouquinho acima do treino registrado na semana passado de 4min34s/km, que foi o melhor do ano. A velocidade média foi de 12,9 km/h, com a máxima atingida de 15km/h. O gasto calórico foi 650 calorias e a frequência cardíaca média de 157 bpm.
A pesar de estar num dia não tão disposto, os números indicam uma performance muito boa. Normalmente, independente da intensidade e volume do treino, a sensação de bem-estar, de disposição e, acima de tudo, de prazer se faz presente. Considero os treinos como um momento de lazer, alegria e diversão. Por isso, estar indisposto é uma exceção.
Por outro lado, tenho a impressão que os dez anos de rodagens, tempo que estou correndo, proporcionaram uma espécie de condicionamento mínimo, capaz de permitir, mesmo nos piores dias, um rendimento médio, como o que aconteceu no treino mencionado. Espero continuar sempre com saúde e com mais disposição.
…é um dos mais primitivos e naturais movimentos humanos. Além disso, pode ser praticado em qualquer lugar e a qualquer hora, sem a necessidade de uma infinidade de equipamentos.

Segunda-feira, 19 de março, feriado em Macapá. A academia não abriu e substitui a musculação pela corrida. A novidade é que usei pela primeira vez o SOLEUS GPS RUNNING WATCH 1.0, que adquiri recentemente. Durante essa semana, vou testá-lo e, na próxima sexta (23/03), publicar as minhas impressões sobre o equipamento.
No primeiro contato funcionou adequadamente e registrou 9 km de percurso nos 50 minutos de treino, num ritmo de 5min33s/km. De qualquer forma, na sexta, vou apresentar um “relatório” do GPS da Soleus.
Uma excelente oportunidade para você praticar o maraturismo: correr num dos maiores centros financeiros do mundo e se divertir em Londres. A Hoyal Park Half Marathon é nova, vai para sua quinta edição, mas tem fama de uma das mais bem organizadas e festivas provas do mundo. Atrai cerca de 15 mil corredores pelas ruas londrinas e faz parte do calendário de eventos da cidade.
Tem percurso de 21 km, com largada e chegada no Hyde Park. Passa por vários pontos turísticos de Londres: London’s Royal Parks, Palácio de Buckingham, Palácio de Westminster (Casa do Parlamento), Arco de Wellington, London Eve, Marble Arch e o Royal Albert Hall. O trajeto é praticamente plano com discretas ondulações em alguns trechos. Excelente para estreantes na distância e para boas marcas.
A prova apresenta largada dividida em cinco ondas, marcadas por cores e identificadas no número do peito, de acordo com seu nível técnico. A organização disponibiliza postos de hidratação por todo o percurso e isotônico em três postos: nas milhas 6,10 e chegada.
No dia da prova, será realizado o The Brakes Food & Fitness Festival, iniciando às 8 horas e prosseguindo até o final da tarde. O festival é realizado para entreter os corredores e seus acompanhantes e conta com apresentação de grupos de dança, shows musicais e atividades esportivas.
O pacote da Kamel conta com a inscrição garantida; 4 dias, com três noites de acomodação; seguro viagem e hospedagem no Hotel Ramada. Mais informações no site da empresa: http://turismokamel.com
MEIA MARATONA DE LONDRES
DATA: 7 de outubro.
LARGADA: 9h30min
Recebi o pacote da Kamel Turismo para a MEIA MARATONA DE LONDRES e achei muito legal a fotomontagem do e-mail de divulgação: engraçado e bem criativo. Veja abaixo.

O açaí possui propriedades energizantes e antioxidante. É um alimento natural muito popular, não só na Amazônia como em outras regiões também. É rico em vitaminas A, B1, B2 e C, carboidratos, fibras, cálcio, ferro, potássio, antocianinas e gorduras benéficas ao organismo.

Imagem extraída do site http://www.inhagapi.pa.gov.br/
A fruta combate o envelhecimento precoce, os radicais livres, a fadiga e o esgotamento pós-exercício físico e é indicada para prevenir gripes e resfriados. É bastante apreciada por atletas por fornecer energia rapidamente, dar mais disposição e reduzir o cansaço pós-treino.

Especialistas em nutrição esportiva recomendam que o açaí seja ingerido no período pós-treino. Antes das atividades pode ser indigesto. Alertam, ainda, para que a fruta seja consumida com moderação, pois é muito calórica, principalmente para aqueles que desejam perder peso.

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