▪JANEIRO:

•06/01/2012
– Corrida Disney das Crianças (Orlando-EUA)
– Disney Family Fiesta 5km (Orlando-EUA)
– Meia Maratona da Disney 21 km (Orlando-EUA)
•07/01/2012
– Corrida Rústica de Gramado (Gramado-RS)
•08/01/2012
– Maratona da Disney 42 km (Orlando-EUA)
– Corrida de Reis 10 km (Cuiabá-MT)
•20/01/2012
– Corrida de São Sebastião 5/10 km (Rio de Janeiro-RJ)
•22/01/2012
– Circuito do Sol 5/10 km – Etapa BH (Belo Horizonte-MG)
•25/01/2012
– XV Troféu Cidade de São Paulo 6/10 km (São Paulo-SP)
•27/01/2012
– Maratona de Dubai 3/10/42 km (Emirados Árabes Unidos)
•29/01/2012
– Mountain Do Deserto do Atacama 5/22/42 km (Chile)
– Circuito do Sol 5/10 km – Etapa RJ (Rio de Janeiro-RJ)
– Volta ao Cristo 16 km (Poços de Caldas-MG)
– Corrida Oral-B Prevenção do Câncer Bucal 5 km (São Paulo-SP)
Acordei tinindo… de dor! O treino de ontem, com os exercícios da atividade de circuito, deixou a musculatura dolorida. Apesar de não incomodar, já fazia algum tempo que não me sentia assim. Até porque é a primeira vez, nos últimos três anos, que passo o mês de dezembro sem metas a cumprir em alguma prova e portanto, sem treinos específicos.
Fiquei praticamente três semanas com uma carga mínima de treinamento, com poucos dias de atividades e bastante descanso. Houve um relaxamento natural da musculatura, mas tudo sob controle. Inclusive houve um aumento de peso que oscilou entre 2 e 3 kg. Estou iniciando a temporada com 72 kg. Na última competição que foi a Maratona de Buenos Aires estava com 69 kg.
Quando retomo minhas atividades rapidamente recupero o condicionamento físico e o meu peso ideal. Há, é bem verdade, um pouco de sofrimento, porém, como diz um ditado muito usual entre os corredores: “a dor é passageira, desistir é para sempre”!
Ontem foi moleza. A proposta era correr 50 minutos num ritmo entre 5min30s e 5min50s/km. Para deixar o treino ainda mais confortável usei um mp3 e firmei as passadas na batida da música. Assim, conclui a atividade percorrendo 9,31 km com ritmo um pouquinho mais rápido que o previsto com 5min22s/km e velocidade média de 11,2 km/h (Dados do Garmin). O treinamento foi uma tranquilidade só.
Hoje, porém, tudo foi diferente. A planilha indicava 15 minutos de aquecimento, três “tiros” de 8 minutos (ritmo de 4min30s/km) com intervalo de 2 minutos de trote e “circuito” após cada tiro. Para finalizar 10 minutos de trote (desaquecimento).
Só para esclarecer, o treinamento em circuito consiste em exercícios executados numa sequência pré-estabelecida de duração, intensidade e recuperação, onde cada sessão de exercícios é repetida após um breve intervalo. Esse tipo de atividade visa desenvolver capacidades físicas como a força, resistência, velocidade, agilidade, equilíbrio, concentração e coordenação, que ajudam no rendimento muscular e resistência durante as provas.
Ao final do treino fiquei só o “bagaço”, exausto e bufando, mas conclui a atividade com louvor. Sabia que isso ia acontecer pela experiência dos anos anteriores, portanto, já fui com o espírito preparado para “sofrer”.
Nesse primeiro mês talvez sinta um pouco o cansaço, o que é normal no início de temporada. Aos poucos o corpo vai se adaptando a essas exigências até ficar devidamente preparado para receber a carga treinamento específico visando o calendário de corridas de 2012.
Bons treinos!
Estão abertas as inscrições para a Maratona de Nova York. A prova será realizada no dia 04 de novembro de 2012. A expectativa da organização é de 47 mil participantes.

Para efetuar a inscrição o interessado deve acessar o site http://www.nymarathon.org/, pagar 11 dólares para preencher o formulário e aguardar o sorteio. Para os que tiveram a inscrição negada por três vezes ou correram 15 edições da prova terão inscrição garantida e devem pagar a taxa de 347 dólares.
Maratona de Nova York
Local: Nova York/USA
Data: 04 de novembro de 2012
Taxa do formulário: 11 U$
Taxa de inscrição: 347 U$    
Iniciei a preparação com vistas a temporada de corridas/2012. Acabou a moleza e daqui para frente é trabalho árduo. Nos próximos dois meses a regra é treinamento de base. A intenção é adquirir um bom condicionamento físico para entrar nas corridas em melhores condições e cumprir o calendário sem muito sofrimento e lesões.
O treinamento de base objetiva preparar o corpo para as atividades futuras, focando a obtenção de resistência, fortalecimento muscular e trabalho aeróbico. Ele melhora o condicionamento físico e ajuda no desenvolvimento dos treinos.
A planilha de treinamento terá atividades diárias, sem corrida na sexta-feira, mas com atividade de musculação. Contará com corridas leves e moderadas, treinos de velocidades e o longão de sábado. Haverá também sessões de musculação na academia (segunda e sexta).
Parece muita atividade para pouco atleta, mas o organismo vai se adaptando ao longo dos anos. E já são dez anos de correria. O segredo é fazer tudo com muito prazer, jamais como uma obrigação. Então, bons treinos para todos nós!

O etíope Tariku Bekele debaixo de muita chuva venceu a 87ª Corrida Internacional de São Silvestre. Apesar da possibilidade de quebra de recorde durante a prova, quando Bekele chegou a atingir uma velocidade de 25 km/h, sentiu o cansaço no final e cruzou a linha de chegada com 43min58s. O melhor brasileiro foi Damião Ancelmo de Souza com 44min53s, que chegou na sétima posição.

No feminino a vencedora foi a queniana Priscaah Jeptoo, que estabeleceu novo recorde na prova com 48min48s. Durante todo o percurso Jeptoo teve a companhia da etíope Wude Ayalew (ETI), que chegou em segundo lugar com a marca de 48min52s. A primeira brasileira a completar a prova foi Cruz Nonata com 51min59s.

O pódium ficou assim:

Maculino

1º Tariku Bekele (ETI) – 43min35s

2º Mark Korir (QUE) – 43min58s

3º Matthew Kisorio (QUE) – 44min12s

4º Martin Lel – 44min28s

5ª Najin El Qady (MAR) – 44min32s

Feminino

1ª Priscah Jeptoo (QUE) – 48min48s

2ª Wude Ayalew (ETI) – 48min52s

3ª Eunice Kirwa (QUE) – 50min58s

4ª Nadia Ejjafin (ITA) – 51min19s

5ª Rumokol Chepkanan (QUE) – 51min44s

Nos últimos três anos, estive lá na Paulista socado no meio da multidão esperando a largada da São Silvestre. Um sufoco danado, um empurra-empurra e um puxa-encolhe de dar dó. Entretanto, com muita animação, alegria e bom-humor. Participar desta prova é o sonho de consumo dos atletas amadores, por isso, a multidão de mais de 20 mil pessoas.

Nessa última edição, vi a prova de uma forma inusitada para um corredor: no sofá e pela TV. É diferente sob vários aspectos. Primeiro, pela TV temos a real dimensão do tamanho da São Silvestre, que esse ano atingiu o maior número de participantes da história, 25 mil. Enfiado na multidão não temos como mensurar isso, apenas imaginamos pelo tempo que levamos para passar pelo pórtico de largada.

Segundo, que pela TV acompanhamos a “briga” do pelotão de elite pelas primeiras colocações, coisa impossível de uma atleta amador ver correndo. Na verdade sabemos do resultado da prova antes de completarmos o percurso porque somos informados pelos expectadores na rua. Principalmente, quando um brasileiro é o vencedor. Em 2010, num ponto do trajeto, alguns torcedores gritavam: “O Marilson ganhou”. A alegria era geral!

Nessa prova, além das alterações no percurso, que geraram muita reclamação de atletas amadores e também de profissionais, a chuva foi a grande novidade. Não participei de nenhuma edição da São Silvestre debaixo de muita água. Até gosto de correr na chuva, mas imagino para quem estava acompanhando algum atleta a dificuldade que deve ter sido se deslocar da largada na Av. Paulista para a chegada no Parque do Ibirapuera, distante cerca de 2 km.

O melhor de assistir a São Silvestre pela TV é a possibilidade de aliar corrida com pipoca. Se não deu para participar da prova, paciência. Pelo menos encontrei uma forma bem menos cansativa de “participar” dela: pernas esticadas na poltrona e com muita pipoca.

“Um corredor não é muito diferente de um carro. Milhares de partículas colaboram para produzir o ‘milagre do movimento’. Ambos contam com complexas estruturas hidráulicas e elétricas, além de um sistema de resfriamento. E, quando se pensa nos dois, o tema costuma girar em torno de como melhorar a potência, a velocidade e a resistência…”
(Extraído da Revista Runner’s World Brasil, edição de janeiro de 2010, pág. 56)
Durante o café da manhã do “Bora Correr” houve distribuição de brindes doados pelos nossos amigos patrocinadores.

No sorteio da meia-bolsa da Escola FISK a sortuda foi a Ana Lúcia Ferreira, xará da diretora da escola. Ela ganhou um desconto de 50% em um dos cursos de idiomas da FISK, fechando o ano com chave de ouro. Na foto, a alegria das Anas.

Depois da corrida-caminhada foi servido um café da manhã para os participantes do “Bora Correr”, em plena orla. Foi a hora de repor as energias com muio papo, descontração e alegria. E…

…haja papo, encarnação, risos e alto-astral.



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