Já havia desistido de esperar a tentativa de ser colocado em voo de outra companhia que faz linha para Buenos Aires e pedi o reembolso da passagem. Estava cansado, decepcionado, frustrado e com fome. Já planejava ir para Franca-SP matar a saudade de minha irmã. Havia, inclusive, feito contato com ela.
Eis que do nada, como um milagre, aparece uma vaga em outra companhia. Acho que vencemos no cansaço. Imediatamente corri para o guichê da TAM, fiz check-in e corri para a sala de embarque. Encarei uma fila interminável nos boxes da PF para apresentar documentação. O corpo dava sinais de cansaço e o sono já perturbava. Afinal, já fazia mais de 11 horas de espera angustiante, mas segui firme.
Enfim, embarcamos na TAM e para continuar a saga me deram a poltrona 28F (última poltrona) sendo que o encosto não inclina, fica sempre ereta. Fazer o quê? Cheguei em Buenos Aires por volta das três da manhã com a coluna destroçada, cansado, morto de sono, mas satisfeito por ter vencido essa primeira parte da maratona.
No aeroporto já sabia que os agentes da LC Tour não estariam lá para dar a assistência conforme combinado no pacote. Eles também não conseguiram embarcar. O jeito foi se virar sozinho. Fui numa loja de câmbio, comprei o Peso argentino (moeda local) e tratei de pegar um taxi para o hotel. Depois de todo esse martírio, cá estou: pronto para correr a Maratona de Buenos Aires.
Cheguei ao aeroporto de Guarulhos em São Paulo por volta das 13 horas. Uma fila enorme nos guichês da Aerolíneas Argentinas anunciava que a espera seria longa. Percorri a fila com o olhar atento para ver se identificava algum conhecido. Dava para perceber a presença de muitos corredores. Camisetas tecnológicas, calças esportivas, tênis multicoloridos e muita alegria, denunciavam a todos.
Na fila só se falava da maratona, dos treinos longos intermináveis e de toda a preparação para a prova. Foi nesse ambiente que conheci o Reginaldo (de Uberaba), que por coincidência também tinha adquirido o pacote com a LC Tour e iríamos no mesmo voo. Por volta das 15 horas tivemos as primeiras informações sobre o cancelamento dos vôos anteriores. O nosso ainda estava dentro do horário e permanecemos na fila. Quando conseguimos ser atendidos fomos informados do cancelamento do voo.
Foi uma decepção total! Fomos informados que não haveria vaga nos próximos voos e que nos colocariam num às 17 horas do dia 08/10. Hipótese imediatamente rechaçada. Afinal, o horário de entrega do kit da maratona encerra às 18h e não teríamos tempo hábil para retirá-lo. O que significa que estaríamos fora da prova.
Dentre as várias soluções, uma partiu de um grupo de corredores. Compraram uma passagem em outra companhia e mandaram uma pessoa que levaria a documentação dos demais e faria a retirada do kit. O problema agora seria encaixar todos em vôos que chegassem antes da largada da prova. E assim, ficamos aguardando a resposta da empresa aérea.
Já estávamos a pelo menos 8 horas em pé sem qualquer resposta da companhia. Estava muito cansado, as pernas doíam. O Reginaldo alternava momentos de angustia, alegria, indignação e raiva. Não necessariamente nessa ordem, pois, dependia da comunicação da Aerolíneas Argentinas.
De fato, o momento era para tanto. Afinal, seis meses de treinamento estavam indo pelo ralo. Você passa um longo período treinando, abdicando do convívio da família e dos amigos, se programando, economizando, criando uma expectativa para num piscar de olhos tudo ser jogado fora. Eu, sinceramente, entreguei os pontos e já busco uma alternativa para não perder esses dias aqui em São Paulo. Estou decepcionado sim, mas não há o que fazer. Maratonas acontecem todo ano e ficam as lições dessa decepção. Corro para ter qualidade de vida, me divertir, viajar, enfim, desfrutar das coisas boas que esse hobby oferece. Por isso, já estou buscando uma alternativa para não perder o final de semana.
(Aerporto de Guarulhos-SP, às 21h30min do dia 07/10/2011)
Preparei esse post quando “voava” para São Paulo. Essas viagens são demoradas e até cansativas, mas aproveito esses momentos para atualizar o blog.
Hoje, pela manhã, fiz o último treino preparatório para a Maratona de Buenos Aires. Como acordei um pouco mais tarde que o habitual, resolvi não encarar o sol e fui para a esteira da academia cumprir os 45 minutos de corrida moderada. Estava com a sensação de dever cumprido. Afinal, quase 10 meses de atividades, alternando corrida, musculação, bike, sessões de acupuntura e abdicando um pouco da vida social.
Tudo isso, para atingir o objetivo de correr duas maratonas em 2011 num tempo sub-4h, ou seja, abaixo de quatro horas. Batizei essa meta de “operação sub-4h. Antes, porém, de cada maratona, programei uma meia maratona como prova preparatória: a Meia maratona Corpore (em abril) e a Meia Maratona do Rio (em agosto). Em ambas, corri super bem e superei as marcas anteriores para esse tipo de prova.   
A primeira maratona foi a de São Paulo, em junho. Consegui finalizá-la em 3h41min55s, correndo de forma surpreendente e baixando o tempo obtido na Maratona de Estocolmo, em 2010, em mais de 30 minutos. Fui tão bem a ponto de refazer a meta (sub-4h) e ser mais específico para a próxima maratona: correr em 3h30min.
No domingo (09/10) estarei participando da Maratona de Buenos Aires com esse propósito: atingir a casa de 3h30min. A meta é ambiciosa. Poucos atletas amadores conseguem correr uma maratona dentro desse tempo. O que encorajou-me a tentar foi a minha performance na Meia Maratona do Rio. Consegui correr os 21 km da prova num ritmo de 4min33s/km. Ritmo que só conseguia imprimir em provas curtas de 10 km. Os técnicos recomendam que um boa estratégia de ritmo para uma maratona é acrescentar cerca de 20 segundos ao ritmo obtido na meia maratona. O que no meu caso daria cerca de 4min50s/km a 4min55s/km. Um pouco abaixo da recomendação dada pelo técnico Adriano Bastos de 5min/km.
Posso dizer que estou no melhor momento da minha condição física. Sem lesões, dores ou problemas de ordem pessoal ou profissional, que pudessem interferir no meu rendimento esportivo. E mais, conto com o apoio de meus familiares e em especial de meu filho Júnior, amigos e uma legião de leitores do blog que diariamente acompanham a nossa trajetória no mundo das corridas.
Digo e repito: estou pronto!
Devido a greve dos Correios, não recebi o kit oferecido pela agência de viagens da qual comprei o pacote. Mas isso não interfere no planejamento da viagem, era apenas uma cortesia da agência. Por outro lado, já recebi o “voucher” do hotel em que ficarei hospedado, o Hotel Pulitzer e do City Tour. Já recebi, também, o e-ticket das passagens aéreas. Ou seja, está tudo sob controle e devidamente checado.
A saída de São Paulo, aeroporto de Guarulhos, está programada para amanhã, sexta-feira, às 17h30min e chegada em Buenos Aires, por volta das 20h30min. Essa é a primeira vez que utilizo os serviços da LC Tour, que é a agência oficial da Maratona de Buenos Aires. Durante a viagem, vou estar avaliando os seus serviços para poder indicar aos nossos amigos maraturistas ou mesmo, utilizá-la em nossas aventuras futuras.
…é uma forma saudável de prevenir a osteoporose e ter qualidade de vida na melhor idade. Uma corrida leve, três vezes por semana reduz em até 40% o risco de desenvolver a doença.
(Dados do National Osteoporosis Society do Reino Unido)
A entrega do kit da Maratona de Buenos Aires estará sendo feita no Centro Municipal de Exposições da Cidade de Buenos Aires, com endereço na Couture 2231 entre Vaz Ferreira e Av. Libres Del Sur, nos dias 7/10 (sexta) de 10h às 20h e 8/10 (sábado) de 10h às 18h.
Para quem vai retirar seu próprio kit, deve levar documento de identidade (original) e o comprovante de pagamento de inscrição. Kit retirado por terceiros, deve apresentar cópia do documento do atleta inscrito, comprovante de pagamento e documento original de quem vai retirá-lo.
Não esquecer que não são aceitos documentos como CREA, OAB, carteira de motorista ou outros tipos de carteiras funcionais. Além disso a carteira de identidade deve estar em bom estado, com foto atualizada, com menos de 10 anos de emissão e emitido pelo Instituto de Identificação da Secretaria de Segurança Pública do seu Estado.
Depois de meses de treinamento você não vai querer perder a prova por conta de um documento. São detalhes para você não morrer na praia.
Por Adriano Bastos
Olá à todos que irão para a Maratona de Buenos Aires, que acontecerá neste próximo domingo. Estou enviando abaixo o ritmo que tenho certeza que cada um de vocês conseguirá realizar na maratona e que considero totalmente viável e seguro dentro de tudo que treinaram e também considerando resultados recentes de cada um em provas menores, como 10 km e meia maratona.
Este ritmo deve ser seguido desde o inicio (por mais fácil que pareça) e durante toda a prova para garantir o tempo de conclusão assim como mostrado ao lado do ritmo. “Explicando mais uma vez”, por mais fácil que pareça este ritmo no inicio da prova, peço que respeitem e continuem nele, pois o fácil do inicio se tornará um pesadelo depois dos 30 km se sair mais forte do que o ritmo planejado, e aí vai quebrar mesmo e acabará fechando a prova muito acima do tempo proposto.
A intenção de manter este ritmo desde o inicio certinho é que na hora que a prova começar a ficar difícil, lá pelo km 30, vocês terão condições de manter o mesmo ritmo exatamente por ter se poupado no inicio e guardado uma reserva de energia exatamente para usá-la no momento neste momento que a fadiga começa a bater, desta forma, vocês terão a sensação de estar fazendo muito mais força e sofrendo mais, porém mantendo o mesmo ritmo até o final ao invés de piorar por ter queimado tudo antes da hora caso saia mais forte do que deve.
Aos que estarão estreando a primeira maratona, digo que maratona é traiçoeira, se sair mais forte do que deveria pagará feio lá na frente, pois quando bate a fadiga ela vem de uma vez só, parece que apertaram o botão de desliga e cada km parecerá 10km. Ela não vem aos poucos e sim apaga de repente, vocês podem passar o km 25 inteiros à 4’20’’/km por exemplo, se achando o super-homem e de repente, em questão de 1km já estar se arrastando e vendo a prova ir por água abaixo e ter de trotar no sacrifício os outros 17km à 6’30’’/km, por isso respeitem o ritmo planejado desde o inicio. Não estou dizendo isto para assustar ninguém e sim, apenas para que tenham consciência em manter o ritmo correto, pois desejo muito que todos completem bem suas maratonas.
É lógico que ao chegarem no km 32 ou 34 e estiver sobrando, com aquela sensação de que dá para ir mais forte, ai sim, fiquem à vontade e mandem ver, pois, a partir deste ponto qualquer ritmo mais forte só enxugará o tempo de conclusão e o risco de quebrar se torna menor e mesmo que quebre neste finalzinho, pelo menos arriscou no momento certo e não terá tantos km pela frente para se arrastar. Tenho certeza que seguindo o ritmo proposto, todos farão uma excelente maratona e irão se surpreender com o próprio resultado e desempenho durante a prova.
Com relação à hidratação, não precisam se preocupar, a prova tem bastante postos de água, sendo dois ou três de isotônico, esta prova é farta quanto à hidratação. Preocupem-se apenas com o carboidrato em gel a cada 40 minutos, este sim é fundamental, por isso façam o cálculo de acordo com seus tempos de conclusão para saber quantos géis precisarão levar para tomar um a cada 40 minutos. Outra dica muito importante e que salva das cãibras é levar saches de sal, daqueles bem pequenos de 1g que dão nos restaurantes, ou capsulas de sódio vendidas em lojas de suplementação, eu mesmo tomo uma chamada Electro, da Nutrilatina Age, levem dois ou três saches de sal ou três pacotinhos do Electro (cada pacotinho vem dois comprimidos) com vocês e tomem um sache ou duas capsulas a cada 1 hora de prova, jogue o sal ou a capsula de sódio na boca com um pouco de água e engula que isto evitará cãibras ou caso já tenham aparecido, sumirá com ela no máximo em dois km, eu sugiro um trabalho preventivo tomando no km 15, no 25 e no 35 só para garantir que não terá cãibras. No caso do Electro, tomem o dois comprimidos do pacotinho de uma vez, é só mastigá-lo e tomar água em seguida.
Seguem abaixo os nomes de cada aluno com ritmo por km que deverão seguir e o tempo de conclusão de acordo com este ritmo. (OBS: tem dia que nosso corpo não responde da maneira como desejamos ou planejamos, por isso caso este ritmo esteja difícil de manter, alivie e vá no ritmo que for possível, respeitando a sensação do seu corpo). Outra coisa que vocês verão é que tem bastante pessoas no mesmo ritmo de prova, aproveitem isso para correrem juntos e tentarem ajudar uns aos outros durante a prova, mas ao mesmo tempo cada um respeitando sua prova e objetivo. Desta forma, se alguém quebrar ou não estiver suportando o ritmo proposto, os demais não devem esperar por esta pessoa e sim seguir adiante com o ritmo, o se alguém estiver se sentindo muito bem depois do km 25 e perceber que o ritmo está fácil demais, não deve continuar correndo (segurando) com os demais e sim apertar o ritmo e ir embora no ritmo que perceber que dá para correr dali em diante.
Importante: na noite de sábado procurem não jantar muito cedo, o ideal é jantar por volta das 21 h para que assim não fiquem muito tempo sem comer antes de dormir e até a prova, tenham sempre no quarto bolachas, pães tipo bisnaguinhas, banana e suco de laranja para que possam beliscar sempre que tiverem fome. No dia da prova tomem um café da manhã bem reforçado, composto de pães, geléia, queijo ou requeijão (cream chese), bolo, uma fruta (banana), suco de laranja, uma pequena porção de café que pode ser com leite caso tenham o habito, ou qualquer outra coisa a mais que estejam acostumados, não inventem novidades no dia. Levem com vocês para o local da largada mais uma banana, um pão com alguma coisa e uma bebida (um suco) e mais uma garrafinha de água de 500 ml com um gel diluído dentro e vá tomando ela aos poucos até o momento da largada. O lanche extra é apenas para o caso de sentirem fome enquanto estiverem esperando a largada, podem comer sem medo faltando até 30 minutos para a largada. E lógico, mesmo sendo 42km pela frente, é muito importante que façam um aquecimento trotando uns 15 minutos quando faltar 20 ou 25 minutos para o horário da largada.
Ritmos:
Edgar Souza – 4’05”/km = 2h52min.
Rogério Ramos (prof.) – 4’10”/km = 2h55min.
Paulo Filho – 4’15”/km = 2h59min.
Itamar Souza – 4’40”/km = 3h17min.
Antônio Marcos – 4’45”/km = 3h20min.
Alexandra (Xan) – 5’00”/km = 3h31min.
Rogério (polako) – 5’00”/km – 3h31min.
Diego Rodrigues – 5’00”/km = 3h31min.
Raimundo Filho – 5’00”/km = 3h31min.
Marco Aurélio Ferreira – 5’00”/km = 3h31min.
Denis Tonon – 5’20”/km = 3h45min.
Márcia Nascimento – 5’20”/km = 3h45min.
Valdenise Souza – 5’20”/km = 3h45min.
Heber de Pádua – 5’20”/km = 3h45min.
José Carlos Souza – 5’50”/km = 4h06min.
Francisco Leite – 6’10”/km = 4h20min.
Willian Marolato – 6’20”/km = 4h27min.
Luzinete Aparecida – 6’30”/km = 4h34min.
Ana Maria – 7’00”/km = 4h56min.
Abraços e boa sorte a todos!

*Adriano Bastos é maratonista heptacampeão da Maratona da Disney e técnico da Assessoria Esportiva Adriano Bastos Treinamento Esportivo

Faltou registrar a quilometragem do Asics Speed Star dos treinamentos dos dias 27 e 28 de setembro, em Belém-PA e a do dia primeiro de outubro, último longão de sábado, em Macapá-AP. Foram, respectivamente, 11,69 km; 14,14 km e 22 km, totalizando 47,83 km.
Atualizando, portanto, a quilometragem do “hodômetro” do tênis, onde tínhamos 91,31 km somam-se os 47,83 km dos últimos treinos, totalizando 139,14 km. O objetivo de controlar os quilômetros rodados pelo tênis é testar sua durabilidade no seu uso em treinos e provas, sem perda de suas características funcionais informadas pelo fabricante.
Mais informações sobre o monitoramento do tênis leia no post http://www.maraturista.net/novo-pisante/.
A preparação para a Maratona de Buenos Aires está chegando ao fim. No sábado (01/10), fiz o último treino longo. Foram 22 km de percurso. No sábado anterior, já havia atingido o pico do treinamento com os 32 km de rodagem. Faltando menos de uma semana para a prova, há uma redução na intensidade e volume dos treinos. A ideia é recuperar a musculatura para deixá-la a “ponto de bala” para o grande dia.
Encerrei essa etapa na companhia dos amigos Gil Leite e Coronel Carlos. Iniciamos o treino no “Lugar Bonito” no Parque do Forte. A boemia da cidade ainda estava na ativa por volta das 05h30min, quando iniciamos nossa jornada. Seguimos pela orla do rio do Amazonas em direção ao Complexo do Araxá. Atingimos a rodovia JK e passamos pelo Parque Zoobotânico, praia da fazendinha, ponte do Igarapé da Fortaleza, até a altura do km 17, já nas proximidades do município de Santana-AP. De lá, retornamos pelo mesmo percurso, até a praia de fazendinha.
Os 22km foram completados em 2h15min49s, com 363 m de subidas e 377 m de descidas; ritmo médio de 6min10s/km; velocidade média de 9,7 km/h e máxima atingida de 12,6 km/h e foram gastas 897 calorias.
A cabeça estava focada no Superclássico das Américas, mas as pernas na Maratona de Buenos Aires. Para não vacilar nos momentos finais da preparação, então, tive que treinar. Aliás, mudar de vez em quando os ares dos treinos é muito bom. É uma motivação extra.
O treino programado para quarta-feira (28/09) era 1h20min de corrida moderada, entre 5min30s/km e 5min50s/km. O local escolhido para essa atividade foi a via do Circuito Médici, que tem 1400 m de extensão. Apesar do Sol forte, a rua é arborizada no canteiro central e produz uma sombra, que torna o treino bem mais ameno e agradável. Além disso, na metade do percurso a chuvinha famosa do final da tarde em Belém, deu o ar de sua graça.
O treino foi cumprido de 1h20min, sendo percorridos 14,14 km; ritmo médio de 5min39s/km; velocidade média de 10,6 km/h e máxima atingida de 13,1 km/h e 864 calorias gastas.

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