Na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, vou fazer a estréia de um novo “pneu” de prova. Trata-se do novo tênis de corrida que vou passar a usar nos eventos. É um Asics Gel Speed Star 5.
Ele tem cabedal em “mesh” (tecido com tramas abertas), para promover maior ventilação, e envolto em tela. Tem entressola em solyte, que melhora a propulsão e tecnologia de amortecimento em Gel, que minimiza os impactos. O solado é em borracha de alta resistência à abrasão (tecnologia AHAR), que proporciona maior durabilidade. A lingüeta é fina, macia e acolchoada. Palmilha removível em EVA. Indicado para corredores com pisada neutra.
Pela primeira vez, vou monitorar a quilometragem de uso de um tênis. Há uma curiosidade em torno de sua vida útil, pois, segundo especialistas, a cada 500 ou 600 km de rodagem o tênis precisa ser trocado. Segundo eles, após essa quilometragem há uma queda de rendimento do tênis e o risco de lesões, em função de seu desgaste acentuado e por conseqüência, da perda de suas características técnicas e funcionais.
No treino longo de segunda, usei o Asics Speed Star e percorri 18,42 km. O tênis, de fato, é confortável, não aperta e calça muito bem. Não há costuras no cabedal, o que diminui o risco de formação de calos e o seu tecido facilita a ventilação. Ele tem boa propulsão, mas como era o primeiro uso, quando aumentava o ritmo e depois reduzia, ouvia o barulho do atrito como se o pé estivesse freando.
Se a primeira impressão é a que fica, o tênis está aprovadíssimo.

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