Estão abertas as inscrições da mais esperada e desejada Meia Maratona do Brasil.

Percurso quase totalmente plano, por arborizadas e charmosas ruas e alamedas da cidade de São Paulo, na região da USP, JockeyClub, Pinheiros, Villalobos. Junto uma prova de 5km.

É a MEIA MARATONA CORPORE INTERNACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO evento estratégico de São Paulo este ano apresentado pela NETSHOES.

Não percam tempo as vagas são limitadas.
Data:  10 de Abril
Largada e chegada na USP
Horário das largadas 7:30 hs
Inscrições no site da Corpore: http://www.corpore.org.br/  ou na sede da Corpore à Rua Bento de Andrade, 444 – Jardim Paulista

Associados Corpore: R$ 55,00     
Não associados: R$ 70,00    

“Disciplina para acordar focado toda manhã, perseverança para treinar através dos anos e disposição para sacrificar algumas coisas em troca de um objetivo maior.”

Meb Keflezighi, vencedor da Maratona de Nova York 2009, explicando qual é sua fórmula para a vitória.

Concluí o segundo mês de treinamento. Nesta etapa da preparação com vistas a Maratona de São Paulo (19/06), passei a monitorar os treinos com base no ritmo, de acordo com o tipo de atividade. Nos treinos de segunda, quarta e sexta passei a correr num ritmo entre 5min30s e 5min50s por quilômetro. Nos de terça e quinta, que são treinos de tiros, mais rápidos, visando adquirir uma velocidade mais adequada ao meu nível de condicionamento, o ritmo ficou entre 4min e 4min30s/km e os longos de sábado, entre 5min10s e 5min30s/km. A velocidade é monitorada através do marcador de ritmo do Garmin.
Em fevereiro, foram 24 dias de treino, onde foram percorridos 249,65 km (média de 62km/semana e 10,4km/dia), sendo 4,5 km de subida e 4,2km de descida; gastando 1529 minutos (média 1,1h/dia); com velocidade média de 10km/h (atingindo a velocidade de 16km/h); gastando 13.408 cal (média de 558cal/dia); com frequência cardíaca média de 150 bpm (a mais baixa foi 135bpm) e 167bpm a média da frequência cardíaca máxima (179 bpm foi a máxima atingida).
 
Somando-se com janeiro, já foram 48 dias correndo, percorrendo cerca de 490km e gastando quase 50 horas de atividade física. Então, fevereiro já era e que venha março!
Faltam 39 dias para a Meia Maratona de São Paulo 2011.
“Não se preocupe em correr ou praticar exercícios para ganhar mais anos de vida. Esteja focado em ter mais vida a cada ano.”

George Sheehan, cardiologista, filósofo e corredor norte-americano, autor de oito livros sobre atividade física.
O treinador de corrida Bill Bowerman, dá quatro dicas de corrida baseadas no seu método.
“1. Obedeça à regra difcíl-fácil. Você entrará em forma mais rapidamente se fizer três corridas difíceis e três fáceis por semana (por exemplo) do que se fizer seis corridas moderadas.
2. Pratique as opções racionais do objetivo. Estabeleça objetivos que esteja confiante que realizará, mas que não tem certeza de que conseguirá realizar.
3. Considere a si mesmo uma experiência. Não copie cegamente a forma como os outros treinam. Experimente novos treinamentos e métodos com freqüência; mantenha os que funcionam para você e descarte o restante.
4. Treine no pace (ritmo) que estabeleceu. Se houver determinado tempo que quer alcançar em uma prova (como uma maratona em quatro horas), pense no pace que precisa manter para alcançá-lo (neste caso 5:40/km) e inclua treinamentos nesse pace como parte regular de seu treinamento.”
Extraído de livro “50 maratonas em 50 dias – Segredos que aprendi correndo” de Dean Karnazes, Editora Leblon.
* Bill Bowerman é cofundador da Nike, treinador de corridas de rua e trilha e designer de tênis.  
O povo do Esporte Espetacular, da Globo, deve estar lendo o blog. No programa de ontem (domingo, 27/02), veicularam uma reportagem sobre a utilização de tecnologias por corredores amadores. Por questões comerciais não citaram a marca, mas mostraram algumas versões do Garmin, inclusive o Forerunner 405, que fizemos referência em três posts deste blog.
Na matéria, mostraram que através da tecnologia do GPS é possível monitorar dados importante da corrida, como velocidade, ritmo, altimetria e utilizar o corredor virtual. Além disso, com o auxílio do frequencímetro, monitorar a freqüência cardíaca durante o treino e correr com segurança. E ainda, baixar os dados diretamente para o computador.
Nessa corrida, chegamos na frente da Globo.
O Hospital do Coração – HCOR, de São Paulo, lançou mais uma modalidade no seu programa de diagnóstico médico é o Sport check-up Academia. Esse módulo, mais barato que os outros, custa R$ 250,00 e é voltado para iniciantes que pretendem praticar atividades físicas na academia.
O módulo oferece ECG de repouso, Teste Ergométrico e consulta médica com cardiologista e médico do esporte, porém, não há retorno de consulta e nem exames de análises clínicas e o envio dos resultados é feito pelos correios.
Se a pretensão é correr 10km em 50 minutos, pace de 5min/km, a estratégia é simples: treine, mas treine muito no ritmo pretendido. Os estudiosos do assunto designam isso de princípio da especialidade e quer dizer que se você quer melhorar uma habilidade vai precisar ralar um pouco, ou seja, vai precisar treiná-la. Então, se queremos melhorar uma marca numa corrida, precisamos treinar o ritmo pretendido para a prova.
O treinador, fisiologista e ex-maratonista, Ed Eyestone, ensina que para atingir uma meta de tempo numa prova, seja ela uma maratona, meia maratona ou de 10km, você deve incluir na planilha de treinamento semanal uma corrida no ritmo imaginado para a prova.
Maratona
Para a maratona você deve iniciar com uma corrida de 10km no ritmo que pretende corrê-la e acrescentar 2km a cada semana até atingir 30km. Entretanto, quando chegar a 20km, alternar uma semana sim e outra não, com uma corrida longa num ritmo mais lento e confortável. Esse treinamento deve ser finalizado três semanas antes da prova.
Meia Maratona
Iniciar com uma corrida 6 km num ritmo de 30 a 50 segundos por km mais rápido que o ritmo indicado para a maratona. Aumentar 1 km semanalmente até chegar nos 16km.
10km
A sugestão nos 10km é correr entre 4 e 8 km no ritmo pretendido para a prova, intercalando com treinos de tiros em distâncias menores de 2km, 1,5 km e 800m.
Preparando o organismo para correr melhor e mais rápido, você atingirá suas metas de tempo em suas provas e chegará “bonito” no final do percurso.

Nessa época de “inverno amazônico” é preciso ter muita disposição para praticar exercícios físicos ao ar livre. A chuva pode ser o banho de água fria na sua disposição e levá-lo para o sofá para assistir TV ou para a cama, para o “sono da beleza, como diz minha mãe.
Particularmente, gosto de correr na chuva, hábito que trago desde a infância. Era só a chuva cair que a molecada saía correndo rumo ao Marco Zero, dava a volta no monumento e retornava para casa, no bairro do Beirol.
Correr na chuva é prazeroso. O clima agradável ajuda na regulação da temperatura corporal e reduz o cansaço. Além de dar uma sensação de bem-estar, capaz de proporcionar uma força revigorante que permite correr mais e mais.
Há, porém, alguns contratempos. Se você encharcar as meias pode ocorrer o aparecimento de bolhas nos pés; se o tênis não estiver devidamente amarrado o deslizamento dos pés no seu interior, pode provocar fricções e a sensação de queimação, com o aparecimento de uma “vermelhidão”, ou ainda, o aparecimento de assaduras devido o contato das roupas com a pele.
Para evitar esses contratempos, basta usar roupas apropriadas para a chuva, que permitam a transpiração e não retenham o calor corporal. Prefira as camisetas de material sintético (polyéster, por exemplo). Use tênis que ajudam a manter os pés secos e meias impermeáveis apropriadas para a prática de corrida. Para prevenir assaduras alguns atletas usam vaselina. Não uso isso porque sou eu quem lavo minhas roupas.

Se você, decididamente, não encara uma corridinha na chuva, então, vá para a esteira da academia e deixe que a preguiça vá “para o raio que a parta”.      

O Hospital do Coração (HCOR) de São Paulo oferece para sedentários, iniciantes, atletas amadores e profissionais, um programa de diagnóstico médico, baseado na prevenção e na medicina do esporte chamado Sport Check-up. O serviço consiste numa completa avaliação, num curto espaço de tempo, de forma prática e eficiente, por especialistas experientes nas áreas de cardiologia, nutrição, ortopedia e medicina do esporte.
Para acessar o Sport Check-up você preenche, pela internet ou por telefone, um questionário com informações de seu histórico de saúde, perfil comportamental e prática de esporte e de exercícios físicos. O objetivo é definir em qual dos módulos você se encaixa, dentre os três existentes: start (indicado para sedentários, iniciantes e atletas amadores); practice (esportistas e atletas que praticam esporte regularmente) e Professional (atletas de alto desempenho).
Em 2010, antes de seguir para correr a Maratona de Estocolmo, fiz o módulo Practice do Sport Check-up. Os serviços são de excelente qualidade, com tecnologia de ponta e profissionais especializados na área esportiva. O atendimento é exclusivo e personalizado, com uma atendente para cada paciente até o final dos exames.

Os protocolos são realizados em duas etapas. Pela manhã, você faz os exames laboratoriais de análises clínicas de sangue (hemograma, sódio, potássio, ácido úrico, uréia, creatinina, glicemia de jejum, TGP, TGO, Colesterol total, LDL colesterol, HDL colesterol, triglicérides, TSH, CPK); urina e fezes. No turno da tarde, os exames mais complexos de Radiologia (RX tórax PA), ECG de repouso, Teste Ergométrico e Bioimpendância e as consultas com cardiologista e médico do esporte, fisiologista, ortopedista do esporte e nutricionista do esporte.
O resultado final você recebe com as informações integradas num CD-ROM, com as indicações da equipe multidisciplinar, apontando os itens em desajuste e que merecem atenção especial e os procedimentos corretivos e preventivos para a prática esportiva saudável e segura.
O valor do Sport Check-up depende do módulo indicado (R$ 600, o Start; R$ 990, o Practice e R$ 1480, o Professional), entretanto, sai em conta se você levar em consideração, que teria que fazer muitos exames e consultas com vários médicos, fisiologista, nutricionista e ainda assim, não teria um diagnóstico integrado. Sem falar que isso demandaria um tempo considerável. O pagamento pode ser feito em dinheiro, cheque, cartão de débito e cartão de crédito. Mais informações pelos fones (011) 3053-6574/3053-6575 ou pelo site http://www.hcor.com.br/.

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