Chegada do Adriano Bastos, vencedor da Maratona de Punta Del Este, ocorrida no último domingo (09/09), no Uruguai. 
Foto: Renata Bastos
Após anunciar que não ofereceria o serviço de guarda-volumes (vide post http://migre.me/aFyRV), a organização da Maratona de Nova York voltou a trás e decidiu oferecer duas opções aos corredores: sem guarda-volume (“Early Exit”) e com guarda-volume.
A primeira opção pretende reduzir o número de pessoas no Central Park, que terão saída mais rápida para encontrar seus familiares e amigos, telefone público e transporte. Os atletas receberão, após o final da prova, o poncho com capuz e uma camiseta manga longa e deverão imediatamente retirar-se para evitar tumulto e aglomeração na região.
Os atletas que optarem em deixar seus pertences no guarda-volume, na largada e retirá-los na chegada, a organização alerta que esse processo pode ser demorado em função das filas que serão formadas e que a mochila a ser usada será menor do que as das edições anteriores, mas que será suficiente para guardar tênis, roupas quentes e pequenos itens pessoais.
A Maratona de Nova York é a maior, a mais tradicional e a mais procurada maratona do mundo. Neste ano, está marcada para o dia 04 de novembro.
Estão abertas as inscrições para a Maratona de Boston 2013. As inscrições poderão ser feitas no período de 10 a 21 de setembro. Caso as vagas não forem preenchidas, novo período de inscrições será reaberto a partir do dia 24 de setembro.
Seguindo as regras de 2012, os corredores que obtiveram tempos em maratonas bem abaixo do tempo limite de qualificação terão prioridade na inscrição, seguido dos mais lentos até o preenchimento das vagas.
Com a exceção dos Jogos Olímpicos e corridas do campeonato mundial, a Maratona de Boston é a única prova que mantém tempos de qualificação como requisito de participação. O atleta deve ter completado uma maratona certificada no prazo de um ano e meio antes da prova e obter o tempo exigido para sua faixa etária.
O ex-ciclista Lance Armstrong, sete vezes campeão da Volta da França, foi impedido pela organização da Maratona de Chicago de se inscrever na prova. O motivo foi sua condenação pela Agência Antidoping dos Estados Unidos, que baniu o atleta de participar de qualquer evento esportivo e ainda retirou os títulos conquistados na Volta da França.
O DOPING
Lance foi denunciado por seu ex-companheiro de equipe, o americano Tyler Hamilton. Em uma entrevista para o programa de televisão “60 Minutes” Hamilton revelou que todos da equipe, inclusive Lance, injetavam EPO, Testosterona e transfusão de sangue, durante as competições da Volta da França.
O RETORNO
Lance Armstrong após recuperar-se de um câncer, retomou suas atividades esportivas participando de corridas de rua, triatlo e pequenas provas de ciclismo, para divulgar e angariar recursos para sua fundação que cuida de pessoas com câncer.
UMA PENA
Não concordamos com qualquer tipo de subterfúgio considerado ilegal para melhorar a performance e vencer competições esportivas. Compartilhamos do jogo limpo, do esporte como forma de saúde e bem-estar. Mas realmente é uma pena isso ter acontecido com uma pessoa considerada referência não somente no ciclismo, mas no esporte em geral. Lance Armstrong não venceu somente competições esportivas. Ele driblou a morte e venceu um câncer. Criou uma fundação e passou a dedicar sua vida para ajudar pessoas portadoras da doença.
Aqui no blog, sempre divulgamos suas frases motivacionais para incentivar nossos leitores a não esmorecerem no esporte e na vida, mas de forma lúdica e saudável. E é essa a mensagem que gostaríamos de transmitir.
…sua prática regular estimula a memória. Estudos tem demonstrado que o hábito de correr regularmente ajuda a melhorar a capacidade que as pessoas tem de se lembrarem das memórias sem as confundir, o que é essencial para a aprendizagem e tarefas cognitivas.
Um exercício físico complementar a corrida muito utilizado por atletas amadores é pedalar. A atividade fortalece a musculatura da perna, melhora o sistema cardiovascular e não prejudica as articulações, pois não apresenta impacto como na corrida. Alguns treinadores, adeptos do pedal, aconselham, eventualmente, a troca de uma corrida longa de 1h30min por 100 km de ciclismo.  
É recomendada também em tempos de tratamento de lesão. Nesse caso, não adianta ficar perdendo tempo em médico, curandeiro, pajé ou acupunturista para voltar a correr. A corrida deve ser suspensa e a bike pode ser uma alternativa para manter-se ativo e não perder totalmente o condicionamento físico. É claro que há problemas musculares que não tem mandinga ou milagre que dê jeito. Nessa situação, a atividade deve ser suspensa para não piorar o quadro.
Na Corrida Rústica da Maratona de Porto Alegre, tive a oportunidade de constatar os benefícios do “pedal”. Estava há mais de um mês sem correr, em função da fascíte plantar. Entretanto, mantinha passeios regulares de bicicleta. Assim mesmo, participei da prova e concluí seus 8 km sem maiores dificuldades, graças às pedaladas que permitiram a manutenção de um condicionamento físico mínimo.
Então, para quem gosta de correr, pedalar pode ser uma boa ideia.
•Nunca deixa de treinar, mesmo cansado, doente ou lesionado;
•Não gostas das sessões de exercício, mas se sente obrigado a fazê-las;
•Sente-se ansioso ou culpado quando não faz uma sessão de treino;
•Se perde um treino, dobra a duração do seguinte;
•Está constantemente preocupado com a rotina de exercícios e com o próprio peso;
•Nunca está satisfeito com os seus ganhos físicos;
•Compromete a vida social e responsabilidades para ter mais tempo para treinar;
•Exercita-se mais se comer mais;
•Apresenta perda significativa de peso.
*Extraído da revista Sport Life, edição 73.
O maratonista brasileiro Adriano Bastos venceu a quinta edição da Maratona de Punta del Este, ocorrida no Uruguai, ontem (09/09). Bastos marcou o tempo de 2h29min e considerou a prova uma dureza: “De plano ela não tem nada. Vento contra absurdo e um belo sobe e desce”, desabafou. Entretanto, considerou a prova e a cidade muito bonitas.
Adriano Bastos além de maratonista, heptacampeão da Maratona da Disney, é técnico e administra uma assessoria esportiva, onde ministra treinamento especializado para corredores, dentro os quais estão vários amapaenses.
Um trabalho bem feito é realizado não com força, mas com perseverança”.
(Samuel Johson)
*Por Ana Carolina Miotto, da Assessoria de Comunicação da Esalq, imprensa@esalq.usp.br
Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, analisa o efeito do chá verde no controle da obesidade e aponta que o produto pode ser um aliado alimentar para a perda de peso e diminuição da gordura corporal. O trabalho da pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, pré e pós consumo de chá verde aliado ou não à prática de exercício físico. Ao mesmo tempo, o estudo avaliou a aceitabilidade da bebida, bem como possíveis reações adversas causadas pelo seu consumo.
O estudo avaliou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com índice de massa corporal entre 25 quilos por metro (kg/m) a 35 kg/m. As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As voluntárias do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. As do grupo 3 tomaram chá verde e exercitaram-se enquanto que as do grupo 4, tomaram placebo e exercitaram-se.
Os resultados mostraram que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso relevante para o período de estudo (- 5,7 kg em média) com manutenção da massa magra. O grupo 2, utilizando placebo, não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra. Quanto ao grupo 3 (chá verde + exercício físico de resistência) teve sua composição corporal modificada apresentando maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos apresentados pelo grupo 4 (placebo + exercícios físicos de resistência).
“O consumo de chá verde aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda”, explica Gabrielle. Além de proporcionar uma mudança na composição corporal, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura corporal como fonte de energia e no aumento da massa magra. “O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido antes da prática dos exercícios propostos.”
Benefícios
Segundo a pesquisa, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Dentre eles a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta, aumento da densidade mineral óssea, entre outras. A pesquisa ainda reforça que a ingestão do extrato também suprime a utilização de carboidrato, que gera aumento na quantidade de glicogênio no músculo, auxiliando o aumento da resistência na corrida, e por se ter menos lactato, há uma maior disposição física para continuar o exercício físico.
As taxas de sobrepeso dos brasileiros aumentaram significativamente nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, analisando um grupo de 54 mil pessoas adultas, revelou-se que 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso adequado. Entre as crianças, os índices são mais assustadores. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no País, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, abstinência de bebidas alcoólicas e do tabaco, podem combater a doença além de contribuírem para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde parece ser muito útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.
A pesquisa de Gabrielle Aparecida Cardoso foi realizada no Programa de Pós-graduação de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Esalq, que teve bolsa de mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O estudo foi orientado pela professora Jocelem Mastrodi Salgado, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da Escola.
* Extraído da Agência USP de Notícias: http://www.usp.br/agen/?p=71504

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