Início de ano, começo de janeiro e o retorno aos treinos. Começa a preparação para a temporada 2013 de corridas. Daqui para frente é trabalho árduo, sem moleza ou preguiça. A intenção é readquirir a forma física e entrar nos eixos para retomar o caminho das maratonas, sem muito sofrimento e, principalmente, sem lesões.
Para isso, nesse período inicial, a ordem é trabalho de base. Serão sessões de corridas com atividades para adquirir força e resistência e mais a programação na academia com exercícios de musculação. Os treinos de corridas serão intercalados com exercícios de circuitos, que são exercícios físicos realizados nos intervalos dos tiros, com a finalidade de fortalecer alguns grupos musculares utilizados na corrida.
Os especialistas alertam que no início de temporada o trabalho de base é fundamental. Ele objetiva preparar o corpo para as atividades futuras, focando a obtenção de resistência, fortalecimento muscular e trabalho aeróbico. Além disso, melhora o condicionamento físico e ajuda no desenvolvimento dos treinos.
Por outro lado, nessa fase, as sessões de treinos não devem priorizar ritmo ou velocidade. O atleta deve focar em atividades leves ou moderadas. A regra é se divertir correndo, tornar o treino agradável e de quebra, ganhar condicionamento físico.
O segredo para ter longevidade nas corridas é fazer tudo com muito prazer, jamais como uma obrigação. Então, bons treinos para todos nós!
Missão dada é missão cumprida! Com uma disciplina quase militar de dedicação aos treinamentos, que os atletas da Equipe de Corrida “FOZ DO AMAZONAS” fizeram bonito na Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo, no último dia do ano. Depois de um ano de grandes conquistas no esporte e na vida pessoal, nada melhor do que finalizar 2012 realizando um sonho. PARABÉNS!!
Na foto: Emerson, Ilza, Armindo, Flávio, Eliziê, Maria José, Bob e Tania.

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Crédito da foto: Flávio Cavalcante

Em novo horário, com largada às 9 horas; clima agradável, termômetros marcando 23◦C e muita festa, foram os ingredientes, nesta manhã do último dia do ano, para mais uma edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Como de costume os quenianos dominaram a prova.
NO MASCULINO
No início da prova, um pelotão de sete atletas ditava o ritmo, com a presença de três brasileiros. Após o km 8, os quenianos Edwin Kipsang, Mark Korir e Joseph Aperumoi travaram uma batalha pela liderança, alternando-se nas três primeiras posições. A partir do km 10, Edwin Kipsang assumiu a liderança isolada e seus compatriotas foram ficando para trás. Após, a subida da Av. Brigadeiro Luiz Antonio, Kipsang acelerou ainda mais e venceu pela primeira a São Silvestre, com 44min04s. O segundo colocado foi Joseph Aperumoi, com o tempo de 44min14s e em terceiro, Mark Korir, marcando 44min20s.
  
O brasileiro melhor colocado foi Giovani dos Santos, de 31 anos, que chegou na quarta colocação, com o tempo de 44min50s. Giovani foi o vencedor da Volta da Pampulha deste ano. Os cinco primeiros colocados foram:
1º Edwin Kipsang (Quênia) – 44m04s
2º Joseph Aperumoi (Quênia) – 44m14s
3º Mark Korir (Quênia) – 44m20s
4º Giovani dos Santos (Brasil) – 44m50s
5º Hafid Chani (Marrocos) – 45m54s
NO FEMININO
A prova feminina foi dominada pelas estrangeiras. A queniana Maurine Kipchumba, de 24 anos, que correu pela equipe do Cruzeiro, liderou a prova desde o décimo quilômetro e venceu com folga a São Silvestre, com o tempo de 51min41s. A melhor brasileira foi Tatiele carvalho que cruzou a linha de chegada na sexta colocação. O pódio feminino ficou assim:
1ª Maurine Kipchumba (Quênia) – 51m42s
2ª Jackline Juma Sakilu (Tanzânia) – 52m11s
3ª Rumokol Chepkanan (Quênia) – 52m50s
4ª Fekede Negede (Etiópia) – 53m36s
5ª Anastazia Ghamaa (Tanzânia) – 53m42s
Nos momentos que antecedem uma corrida, há uma certa dose de ansiedade, nervosismo, urgência urinária, diarréia e até uma dificuldade para pegar no sono. Antes da largada de uma prova, por exemplo, é comum aquele “friozinho na barriga”. Essas sensações, costumamos chamar no mundo das corridas de “tensão pré-prova” ou “TPP”. Em geral, é um sentimento ligado ao nosso medo de não atingir o objetivo proposto.
Por outro lado, não é um sentimento exclusivo de atletas iniciantes ou amadores. Os atletas de alto rendimento e os mais experientes também sentem aquele “friozinho na barriga”, mas numa proporção bem menor. É que com o tempo aprendem a lidar com essa situação e passam a administrá-la como parte integrante do treinamento.
Quando se trata de um evento grandioso do porte de uma São Silvestre, o sentimento pode ser traduzido através do termo “tensão pré-São Silvestre ou “TPSS”. É que a São Silvestre provoca sensações inusitadas, diferentes daquelas sentidas em outras provas. Mas não costuma ser algo preocupante.
Uma boa dica para administrar essa TPSS é realizar atividades prazerosas que distraiam a mente. Pode ser um cineminha, ler um livro, ouvir música, enfim, uma atividade rotineira qualquer.
O melhor é pensar que, apesar de tratar-se de um desafio com uma altimetria complicada, você treinou e está preparado para encarar a dureza da prova e que, por conta disso, você terá um bom desempenho.
Dessa forma, só me resta desejar uma boa corrida aos nossos leitores que irão encarar a São Silvestre.
Casal Komati esteve na Volta da Pampulha, que aconteceu no dia 09/12/2012, em Belo Horizonte-MG. Masato Komati e Toshie Komati moram em Florianópolis-SC e são maraturistas de carteirinha. Já estiveram em vários países e em quase todas as capitais brasileiras para participarem de corridas, principalmente, meias maratonas. São bastante competitivos e costumam frequentar o pódio em suas categorias. Ele na faixa etária de 65-69 anos e ela na categoria de 60-64 anos.
Em 2013, o casal Komati pretende correr em Macapá para cumprir a meta de correr em todas as capitais brasileiras.
Masato Komati e Toshie Komati na Volta da Pampulha-MG

Sem metas de corridas para cumprir nesse final de ano, continuo seguindo a orientação de maneirar nos treinos.  Não há muita coisa a se fazer. Permaneço cumprindo os poucos dias previstos na planilha de treinamento, porém, com a vantagem de correr sem compromisso, simplesmente pelo prazer de correr.
Entretanto, para tornar a corrida prazerosa tenho facultado a obrigação de marcar tempo, distância ou velocidade. Dei férias para o Garmin. Aliás, férias merecidas. Afinal, é um parceiro sempre presente nos grandes momentos da minha vida no mundo das corridas.
A ideia de deixar de lado o relógio é para tornar a corrida mais tranquila e sem maiores comprometimentos com indicadores de rendimento. É uma demonstração de que se pode correr sem pensar em performance, mesmo sendo uma pessoas extremamente competitiva.
O compromisso é curtir a folga, aproveitar para relaxar e dar umas corridinhas para não perder o costume. Quando 2013 chegar, estarei pronto para os novos desafios.
A equipe de corredores do Amapá “Foz do Amazonas” já está na capital paulista para participar da Corrida Internacional de São Silvestre. O grupo que treinou junto durante todo esse ano, para se preparar para essa prova, está ansioso para celebrar o Ano Novo correndo pelas ruas de São Paulo.
Bob, Lorena, Emerson, Tania, Ilza, Flávio e Eliziê preparados para a primeira São Silvestre

Boa prova para todos!

Última sexta-feira de 2012 marca a última atividade de musculação do ano. O registro é importante, afinal, a musculação é uma atividade complementar a corrida extremamente importante no treinamento. Principalmente, para quem pratica corridas longas, tipo meia maratona e maratonas.
É que também investimos tempo e dinheiro nessa atividade. Faço musculação, duas vezes por semana, o que corresponde a aproximadamente 144 horas por ano. É como se dedicasse seis dias do ano exclusivamente a essa tarefa. Por outro lado, há o investimento financeiro. São gastos anualmente cerca de R$ 1.200,00 apenas com mensalidade. Como já prático musculação desde 2007, um pouco mais de 7 mil reais já foi torrado em academias.
No final, o custo/benefício justifica o investimento. É que nós corredores precisamos pensar no fortalecimento muscular com um trabalho contínuo. O corpo precisa estar preparado para a demanda de esforço em treinos e corridas ao longo da temporada. Para isso, não há como negar os benefícios da musculação.
Então, bora correr! E malhar também.
Não há como negar, a São Silvestre (SS) faz parte dos festejos de final de ano. É uma tradição que vai completar 88 anos. De uma forma ou de outra, estamos ligados a ela. Uns preferem de corpo presente, suando pelas ruas da capital paulista. Outros, o conforto de uma poltrona para assisti-la pela TV, já que a prova é transmitida ao vivo.
Alguns consideram a SS como um patrimônio cultural de São Paulo. Eu diria que é um patrimônio do Brasil, já que há participação de atletas de todos os Estados. Ela é sem dúvida a mais querida, cobiçada e amada prova do calendário de corridas.
O fato dela ocorrer no último dia do ano – 31 de dezembro – contribui para que ela seja uma festa repleta de fortes emoções. Na largada, a mais paulista das avenidas, Avenida Paulista, é dominada pelos pedestres e se rende aos corredores. Há faixas, cartazes, corredores fantasiados, atletas de elite, gente de várias nacionalidades, anônimos, todos com a mesma intenção de realizar o sonho de correr a São Silvestre.
Apesar da dificuldade do percurso acidentado, com muitas subidas e descidas, principalmente a subida da Brigadeiro, que é exaustiva e provoca desgaste físico acentuado, é impossível não se deixar contagiar com a recepção do povo quando você entra na Avenida Paulista para os metros finais. É como se os deuses da corrida nos dessem um pulmão novo. Uns vibram, outros choram, alguns gritam. É uma emoção indescritível.
Quem já correu sabe do que estou falando. É por isso que há essa mística em torno da São Silvestre. E pode ter a certeza que você irá querer repetir a dose.

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