Um estudo publicado pelo The New England Journal of Medicine atestou que o risco de um ataque cardíaco durante uma meia-maratona ou maratona não é maior do que em outras ocasiões. Os pesquisadores acompanharam o rendimento de cerca de 11 milhões de corredores nos últimos dez anos e encontraram 59 vítimas – dessas, 71% morreram. A maioria dos casos ocorria próxima à linha de chegada e em provas de 42 km. Como a taxa de fatalidade para ataques do coração fora de um hospital é de 92%. Os estudiosos chegaram à conclusão de que as corridas são mais seguras graças à presença de expectadores e de médicos no local.
1 para 259 mil é a taxa de morte durante corridas, baixa se comparada com outros esportes.
51 das 59 vítimas de ataque do coração durante uma corrida de rua eram homens.
*Extraído da revista The Finisher, edição 08 – março/abril 2012.
“Mais do que qualquer coisa, o medo limita a performance. Você deve conhecer seus medos, e, depois, livrar-se deles.”
(Mark Allen, americano, hexacampeão mundial de Ironman).
Pesquisa divulgada por uma revista especializada em corridas colocou a fascíte plantar em segundo lugar no ranking das lesões que mais afligem os corredores de rua. A campeã foi a tendinite no calcanhar de Aquiles.
Já fiz um post falando dessa lesão, aqui no blog (veja através do link http://migre.me/99CQS). Infelizmente, estou sentindo na pele, ou melhor, no pé, o quanto ela é comum e dolorida também.
Um fator importante para preveni-la é verificar os fatores que tem contribuído para o seu aparecimento. Já descartei uma possível sobrecarga mecânica em função da preparação para a Maratona de Porto Alegre e o aumento da quilometragem semanal. Até porque venho monitorando minha frequência cardíaca basal.
Dentre os fatores de risco da lesão, o mais provável, no meu entendimento, pode ser atribuído ao uso do tênis. Pode ser que o meu não tenha o amortecimento adequado ou apresente um desgaste maior de um lado, em função de desiquilíbrios aerodinâmicos na hora da corrida.
Enquanto isso, continuo com as sessões de fisioterapia, na clínica, e de gelo, em casa. Além dos alongamentos na panturrilha e nos próprios pés. Só me resta, portanto, seguir com o tratamento para retornar com toda força no segundo semestre.
BENEFÍCIOS PSICOLÓGICOS

Engana-se quem acha que a corrida traz benefícios apenas para o preparo físico. Também traz ganhos psicológicos. Como estes:

MELHORA A AUTOESTIMA: durante a corrida ou caminhada, o cérebro libera uma quantidade maior de endorfina e serotonina, moléculas neurotransmissoras responsáveis pelas sensações de alegria, relaxamento e bem-estar.
DIMINUI O ESTRESSE, A ANSIEDADE E A DEPRESSÃO: a liberação de substâncias que proporcionam sensação de bem-estar também ajuda a melhorar o humor, reduz o risco de enxaquecas e atua para a diminuição da ansiedade e da depressão.
AUMENTA A DISPOSIÇÃO PARA A VIDA: com a prática regular da corrida, seu dia começa ou termina mais leve. Só quem corre ou já correu conhece essa sensação. Então, não fique parado!
* Extraído da Revista O2, edição de abril de 2012.
Esse ano, vou participar da Corrida do Círio, em Belém-PA, pela oitava vez, sendo o sétima consecutiva. A primeira foi em 1986. Tenho um carinho especial por essa prova e uma motivação a mais: pago uma promessa. É importante frisar que dessa corrida não abro mão. Já corri lesionado, com febre e gripado. Tudo em nome de uma boa causa!   
Foto: Corrida do Círio 2006
Não sou “rato de academia”, “come ferro” ou sei lá outra designação para referir-se as pessoas que são viciadas em academia. Trato a musculação como uma atividade complementar extremamente importante para a principal, que é a corrida. Em função disso, duas ou três vezes na semana pego no batente.
Acontece que há dias que você acorda com zero de disposição e dez de preguiça. Com um placar desses é difícil sair para suar a camisa. Como acordo cedo todos os dias e, mesmo que não tenha nada para fazer, não consigo continuar dormindo. O jeito é levantar e lutar contra esse monstro chamado “preguiça”.
Quando estou em preparação para alguma prova, sigo fielmente a programa de treinos e, dificilmente, sou atacado pela “preguiça”. Estabelecer metas e um calendário de provas é, inclusive, a estratégia que utilizo para manter a motivação e o compromisso para sair de casa e treinar.

Imagem extraída do site reporterdecristo.com

Em tempos de “estaleiro”, para tratar a fascíte plantar, tento manter uma rotina mínima de atividades para não perder muito em termos de condicionamento. É aí que entra a academia. Mas entra também a tal “preguiça”. Hoje, por exemplo, consegui me desvencilhar dos lençóis e chegar à academia. Mesmo assim, não me envergonho de dizer que sabotei os exercícios, não completando direito as séries. Passei mais tempo conversando e rindo do que propriamente me exercitando. Rindo principalmente dos Remistas, que estão entalados com uma espinha de mapará na garganta.

Pelo menos foi divertido! É bom encarar as coisas com bom humor (por isso, utilizei a imagem acima). E considero, que apesar dos pesares, saí vitorioso. Xô, xô “preguiça”!
Olha a trabalheira que dá para retirar o chip, quando ele não é descartável! Imagine essa situação após os 42 km de uma maratona. O chip é chic, mas precisa ser prático também.
Foto: Meia Maratona do Rio 2009.

Alguns parâmetros indicam se o atleta está cansado. Um deles é bem simples de verificar. Basta monitorar a sua frequência cardíaca basal (FCB), ou seja, a frequência cardíaca de repouso medida logo após o despertar, ainda deitado. Segundo especialistas, uma variação entre 5 e 10 batimentos mais alta do que o normal indica que o organismo está cansado e que não houve uma recuperação adequada dos treinos anteriores. Na prática, quer dizer que você precisa descansar.
O monitoramento pode ser feito com um frequêncímetro ou com um aparelho de medida de pressão, desses portáteis, que em geral informa os batimentos cardíacos. O ideal é fazer medidas diárias ou pelo menos intercalar dia sim, dia não, para se obter uma média semanal.
Caso não disponha de nenhum dos equipamentos acima, há a opção “digital”: utilize os dedos indicador e médio para pressionar a artéria do pulso ou do pescoço (traquéia) e anote o número de batimentos durante dez segundos. Depois multiplique por seis. O resultado será a frequência cardíaca basal. Fácil, simples e sem nenhum custo.
A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) está prestando uma justa homenagem aos grandes nomes do atletismo mundial, criando o Hall da Fama. Nele, estarão 24 atletas que marcaram a história da modalidade. A IAAF já divulgou o nome de 12, onde consta apenas um brasileiro ADHEMAR FERREIRA DA SILVA. Veja os nomes:
•Abebe Bikila (ETI) – Corrida
•Adhemar Ferreira da Silva (BRA) – Salto Triplo
•Al Oerter (EUA) – Corrida
•Betty Cuthbert (AUS) – Corrida
•Carl Lewis (EUA) – Corrida

•Edwin Moses (EUA) – Salto com Barreiras

•Emil Zatopek (TCH) – Corrida
•Fanny Blankers-Koen (HOL) – Corrida
•Jackie Joyner-Kersee (EUA) – Heptatlo
•Jesse Owens (EUA) – Corrida
•Paavo Nurmi (FIN) – Corrida

•Wang Junxia (CHI) – Corrida
…ela ajuda a tornar as pessoas mais saudáveis e menos doentes, fazendo com que elas faltem menos ao trabalho, se tornem mais produtivas e cumpridoras de suas obrigações.

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