Semana passada (6 a 12/06) não fiz nenhum post relatando a programação de treinamento. Não “matei” treino. É que, por conta das atividades profissionais, não tive tempo para postar a planilha semanal cumprida. Só publiquei o que já havia preparado de texto na semana anterior. Por isso, vou fazer um breve resumo da programação seguida.
Segunda (06/06): treino regenerativo com 50 minutos de corrida em ritmo de 5min30s a 5min50s/km. Não registrei no GPS pelo fato de ter esquecido de recarregá-lo.
Terça (07/06): treino de velocidade, iniciando com 15min de aquecimento, seis tiros de 5min em ritmo de 4min10s a 4min20s/km com intervalo de 2min de trote e finalizando com desaquecimento com 10 min de trote. Segundo os dados do Garmin foi percorrido 11,40 km com velocidade variando entre 9,9 km/h e 14 km/h; frequência cardíaca média de 151 bpm e máxima de 173 bpm e gastando 872 calorias.
Quarta (08/06): treino de manutenção com duração de 1h20min em ritmo de 5min30s a 5min50s/km. O Garmin registrou 12,68 km de percurso, velocidade variando entre 9,5 km/h e 11,3 km/h e 404 calorias gastas.
Quinta (09/06): treino de velocidade, iniciando com 20min de aquecimento, 14 tiros de 1min30s em ritmo de 4min a 4min10s/km com intervalo de 1min de trote e finalizando com desaquecimento com 10 min de trote. O Garmin registrou 10,40 km de percurso, velocidade variando entre 9 km/h e 13,5 km/h; frequência cardíaca média de 149 bpm e máxima de 182 bpm e 739 calorias gastas.
Sexta (10/06): descanso merecido.
Sábado (11/06): último treino longo de 22 km em ritmo de 5min10s a 5min30s/km. O Garmin registrou que os 22km foram percorridos em 2h04min14s, ritmo médio de 5min30s; velocidade variando entre 10,9 km/h e 13,3 km/h; frequência cardíaca média de 162 bpm e máxima de 172 bpm e 673 calorias gastas.
Segundo o site ClimaTempo a tendência para o dia 19 de junho, data da Maratona Internacional de São Paulo, é de “Sol com algumas nuvens” e sem chuva. A temperatura terá máxima de 25 graus e mínima de 13 graus. O site explica que tendência quer dizer que o resultado é baseado em modelos matemáticos sem interferência direta dos meteorologistas e que pode mudar de um dia para o outro.
Durante a semana vou estar acompanhando a previsão do tempo para o dia da prova. Os dados meteorológicos ajudam na formulação da estratégia de corrida e na indicação da vestimenta a ser utilizada no dia.
Dicas para você saber o que fazer uma semana antes da maratona.
Þ Momento de repousar. Em termos de treino não há mais nada a se fazer. A ordem é descansar e correr apenas pequenas distâncias para soltar a musculatura;
Þ Hora de colocar o pé na estrada e embarcar na quarta ou quinta-feira para o local da prova. Se for em outro país com diferença considerável de fuso-horário é conveniente ir mais cedo para fazer a adaptação.
Þ O material a ser utilizado na corrida deve ser levado na bagagem de mão, caso a bagagem despachada seja extraviada não há risco de estrear roupa ou tênis novo na maratona.
“É simplesmente um estilo de vida, uma identidade. É quem eu sou. Se me perguntam o que sou, respondo: eu corro maratonas.”

Robert Dolphin, após completar sua 400 maratona aos 80 anos.

Dicas para você saber o que fazer duas semanas antes da maratona.
Þ Para projetar seu tempo para a maratona é possível fazer o teste dos 10 km e utilizar as fórmulas de predição de rendimento;
Þ Reduzir a carga de treinamento tanto o volume quanto a intensidade e procurar utilizar pisos mais macios como grama, por exemplo, para desintoxicar a musculatura.
Þ Verificar a previsão do tempo para o dia da prova para saber as condições de temperatura e a umidade, para ajudar na seleção da vestimenta adequada para o dia;
Þ Listar tudo que for importante e que deverá ser utilizado no dia da prova.
Dicas para você saber o que fazer um mês antes da maratona.
Þ Os treinos longos serão finalizados nesta etapa da preparação;
Þ Serão realizados longões de no máximo 34km;
Þ A indumentária a ser usada na prova deve ser testada, como camiseta, short, meia, relógio, gel e o tênis;
Þ Preparação da estratégia da corrida, inclusive, ritmo a ser imprimido durante a prova, com base nos testes de predição de rendimento;
Þ Preparar uma tabela-ritmo plastificada e bem pequena para ser consultada nas passagens nos quilômetros durante a hora da prova, para saber se está dentro do ritmo planejado;
Þ Planejar a hidratação e suplementação de acordo com a localização dos postos de água do percurso.
A Yescom, organizadora da Volta da Pampulha, anunciou novo horário de largada para a prova em 2011. Os primeiros a largar serão os cadeirantes, às 07h35min. A elite feminina sairá dez minutos depois. Às 8h será a largada da elite masculina, o pelotão C e o pelotão geral e às 8h25min, os atletas deficientes.
A corrida que tem 17,8 km de percurso, acontecerá no dia 04 de dezembro. A prova é realizada no entorno da lagoa em Belo Horizonte e já se tornou uma das mais tradicionais do Brasil e faz parte do meu calendário de provas para esse ano.
 Como você é conhecido ao longo da vida
Nasci em Serra do Navio-AP. Lá fui registrado e batizado como o nome de Marco Aurélio Pacheco Ferreira. Nesse período da vida somos mais conhecido pelas nossas origens, por isso é comum ouvir: esse é o filho do Ferreira ou da prof. Laura.
Durante a infância e início da adolescência passaram a me chamar de Marquinho, principalmente, familiares e amigos. O termo no diminutivo era por conta da baixa estatura. Meu pai é que alternava entre Marquinho, Marcó e Marco Aurélio, dependendo do humor dele.
Estudei o ensino médio em Belém-PA e atendia na escola pelo nome de Marco ou Marco Aurélio. Alguns amigos de Macapá me chamavam de Marcó.
Cursei faculdade no Rio de Janeiro e um novo apelido apareceu, Marcô. Quando alguém me chama dessa forma já sei que se trata de algum amigo contemporâneo da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) ou que me conheceu nessa época.
Quando retornei para Macapá, prestei concurso para professor do Estado e lecionei física e matemática na Escola Gabriel de Almeida Café (antigo CCA) e passei a ser conhecido por prof. Marco Aurélio ou simplesmente Marco Aurélio, do CCA.
No mesmo ano, integrei os quadros da Polícia Técnico-Científica do Amapá (POLITEC) e a formalidade passou a ser a regra. Na intimidade com os colegas de trabalho respondia por Marco Aurélio. O interessante é que nos eventos sociais quando era apresentado a alguém, sempre diziam: “Esse é o Marco Aurélio, da POLITEC”. 
Recentemente, passei por uma situação inusitada e ao mesmo tempo engraçada. Fui apresentado a uma pessoa, por um amigo, num momento de lazer, por Marco Aurélio. A pessoa para diferençar de uma outra homônima, indagou: “Esse é o Marco Aurélio, o cara que corre?”.
Não me contive e dei boas gargalhadas. Usar “o cara que corre” para identificar alguém foi uma sacada, no mínimo, incomum. Mas tudo bem, faz parte da vida. Não podemos negar que somos conhecidos, ao longo dos anos, primeiro pelas nossas raízes e depois, pelo que somos, fazemos ou produzimos.
Portanto, no momento, eu sou Marco Aurélio, o cara que corre!

Adriano Bastos venceu neste domingo a primeira etapa da TracK & Field Run Series Center Norte e com isso coloca no currículo mais um título no circuito do qual o atleta é o maior vencedor de etapas desde 2005.

Por Renata Bastos

São Paulo – Aconteceu neste domingo, dia 05 de Junho, a primeira etapa da Track & Field Run Series Center Norte, no shopping localizado às margens da Marginal Tietê e que reuniu cerca de dois mil participantes divididos nas distâncias de 5km e 10km. O maratonista Adriano Bastos, acostumado a participar das provas da Track & Field e inclusive o maior vencedor de etapas deste circuito desde o ano de 2005, marcou presença novamente e garantiu mais uma vitória para o curriculo na distância de 10km.

Com as largadas das duas distâncias acontecendo de forma conjunta, às 8h00 da manhã de um dia muito frio e com temperatura em torno dos 10ºC, partiram os dois mil corredores que rapidamente tomaram as ruas nas imediações do shopping Center Norte e Lar Center. Com um percurso de 5km, inclusive passando boa parte dele por dentro do estacionamento do Shopping Lar Center, os corredores da distância menor (5km) rapidamente assumiram a ponta da prova. Enquanto isso, Adriano Bastos e mais seis atletas da distância de 10km formaram um pequeno pelotão apenas administrando a primeira das duas voltas que teriam de realizar no percurso.

Rapidamente este pelotão abriu grande vantagem sobre os demais atletas que vinham atrás e aos poucos começaram inclusive a ultrapassar os corredores da distância de 5km que haviam largado mais forte, tanto que ao completarem a primeira volta, apenas três corredores da distância menor haviam completado a prova. Neste momento o grupo de Adriano já era composto por apenas cinco atletas e ao entrarem na segunda volta começaram os fortes ataques de dois adversários. Bastos calmamente resistiu ao ritmo imposto por seus adversários na tentativa de deixá-lo para trás e ao atingirem a marca de oito quilometros foi a vez de Bastos reagir e assumir a liderança. O maratonista ainda alternou a liderança numa briga acirrada com o atleta Luiz Ferreira de Mesquita até o nono quilometro, mas a partir deste ponto Adriano acelerou ainda mais e garantiu a vitória com uma vantagem de quatro segundos sobre o segundo colocado. Bastos concluiu a prova em 30min59seg, enquanto que o segundo colocado, Luiz Ferreira de Mesquita, fez 31min03seg. O terceiro colocado, Francisco das Chagas Bezerra terminou a prova em 31min22seg.

Com mais uma vitória no Track & Field Run Series, Adriano disse ter gostado bastante do evento e ficou bem satisfeito com seu resultado, “Fiquei muito contente com meu resultado e principalmente por ter vencido mais uma etapa. Faz apenas duas semanas que corri a maratona de Porto Alegre, desta forma, já ter corrido hoje para o tempo que costumo fazer sempre nos 10km foi ótimo. Treinei bem nesta semana, fiz um longão de trinta quilometros na sexta-feira e hoje corri dentro do que queria. Senti um certo desconforto na primeira volta com algumas dores na canela, acredito que por causa do frio, mas na segunda volta estas dores sumiram, consegui encaixar bem o ritmo e forçar no momento certo para vencer a prova. A disputa foi bem acirrada até o último quilometro, tive de fazer força de verdade para vence-la e só tive certeza da vitória nos últimos 300m quando olhei para trás e vi que a vantagem era considerável. A parte boa deste momento de sofrimento foram os corredores mais lentos gritando meu nome e me incentivando enquanto eu ia passando por eles, ou melhor, dando uma volta de diferença neles.”

A próxima prova de Adriano Bastos será os 10km da 1ª etapa Série Delta SP, que acontecerá no próximo domingo, dia 12, no Jockey Club.

Feminino – Nos 10km feminino, a campeã foi Rozirene Ferreira de Moraes com o tempo de 37min15seg, Vivian de Oliveira foi a segunda com 39min00seg e a terceira colocada Paloma Vasconcelos com 39min23seg.

Resultados 10km:

Masculino

1º – Adriano Bastos – 30min.59seg.
2º – Luiz Ferreira de Mesquita – 31min.03seg.
3º – Francisco das Chagas Bezerra – 31min.22seg.
4º – Samuel Ribeiro – 31min.22seg.
5º – José Faustino – 31min.35seg.

Feminino

1ª – Rozirene Ferreira de Moraes – 37min.15seg.
2ª – Vivian de Oliveira – 39min.00seg.
3ª – Paloma Vasconcelos – 39min.23seg.
4ª – Odete Conceição dos Santos – 39min.47seg.
5ª – Fabiana Pereira da Silva – 42min.21seg.

Resultados 5km:

Masculino

1º – João Carlos Ribeiro – 15min.15seg.
2º – Anderson Crisostomo – 15min.24seg.
3º – Cícero Vieira de Andrade – 15min.24seg.
4º – Carlos Eduardo de Moraes – 15min.50seg.
5º – Antônio Fernandes – 16min.01seg.

Feminino

1ª – Leidiana Silva Prates – 20min.24seg.
2ª – Eloia Rosa de Matos – 20min.33seg.
3ª – Juliana Pereira Veras – 20min.35seg.
4ª – Edeni Ferreira – 20min.35seg.
5ª – Carolina Riccetto – 22min.02seg.

Um tênis de corrida se assemelha a um carro de Fórmula 1 (F-1). O cabedal é o chassi do tênis, responsável pela proteção e conforto dos pés. A palmilha é o banco, para acomodar e dar a correta postura aos pés. A entressola é o amortecedor, que garante a dispersão de impactos e o controle do movimento. A sola é o pneu, que dá estabilidade e garante a tração, como fica em contato com o solo se desgasta rapidamente. O sistema de amarração é o cinto de segurança, fundamental para dar firmeza aos pés dentro do tênis. E, finalmente, o cockpit do tênis é a cabine de pilotagem, o local onde o pé se ajusta e faz o controle das passadas.
As semelhanças realmente são muitas, mas já pensou se durante uma corrida tivéssemos que efetuar duas ou três trocas de pneus, digo de tênis, como ocorre na F-1? A firma ia falir. Na prática, os especialistas sugerem que a cada 500 ou 600 km de rodagem o tênis seja trocado. Menos mal. Segundo eles, após essa quilometragem há uma queda de rendimento do tênis e o risco de lesões aumenta, em função de seu desgaste acentuado e por conseqüência, da perda de suas características técnicas e funcionais.
Atualmente, uso para treinos quatro pares de tênis: um Nike Dart VI, dois Athletic Netuno e um Olympikus Running. Para competições uso exclusivamente o Saucony Triumph 5 (na foto acima), que adquiri em 2009 e foi meu parceiro nas últimas nove provas que participei, iniciando sua jornada na 10 Milhas Mizuno, em São Paulo.
Ultimamente, tenho observado que o Saucony apresenta algumas ranhuras no EVA (espuma vinílica acetinada) e isso é uma indicação de que está na hora da troca. Por esse motivo, a Maratona Internacional de São Paulo vai marcar a aposentadoria desse companheiro. Foram, somente em provas, mais de 170 km de rodagem, fora os treinos longos antes das competições, mais passeios e viagens. Ele não atuará em provas, mas estará presente em treinos curtos, academia e nos passeios de finais de semana. Afinal, depois de todos esses anos, o descanso é mais que merecido.

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