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Não sou “rato de academia”, “come ferro” ou sei lá outra designação para referir-se as pessoas que são viciadas em academia. Trato a musculação como uma atividade complementar extremamente importante para a principal, que é a corrida. Em função disso, duas ou três vezes na semana pego no batente.
Acontece que há dias que você acorda com zero de disposição e dez de preguiça. Com um placar desses é difícil sair para suar a camisa. Como acordo cedo todos os dias e, mesmo que não tenha nada para fazer, não consigo continuar dormindo. O jeito é levantar e lutar contra esse monstro chamado “preguiça”.
Quando estou em preparação para alguma prova, sigo fielmente a programa de treinos e, dificilmente, sou atacado pela “preguiça”. Estabelecer metas e um calendário de provas é, inclusive, a estratégia que utilizo para manter a motivação e o compromisso para sair de casa e treinar.
Imagem extraída do site reporterdecristo.com
Em tempos de “estaleiro”, para tratar a fascíte plantar, tento manter uma rotina mínima de atividades para não perder muito em termos de condicionamento. É aí que entra a academia. Mas entra também a tal “preguiça”. Hoje, por exemplo, consegui me desvencilhar dos lençóis e chegar à academia. Mesmo assim, não me envergonho de dizer que sabotei os exercícios, não completando direito as séries. Passei mais tempo conversando e rindo do que propriamente me exercitando. Rindo principalmente dos Remistas, que estão entalados com uma espinha de mapará na garganta.
Pelo menos foi divertido! É bom encarar as coisas com bom humor (por isso, utilizei a imagem acima). E considero, que apesar dos pesares, saí vitorioso. Xô, xô “preguiça”!
