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Como não estou cem por cento recuperado da faciíte plantar, o treino de hoje que seria de velocidade, em ritmo mais forte, foi substituído por uma corrida leve, descontraída, descompromissada, só pelo prazer. Para ajudar, São Pedro mandou uma chuva fina, gostosa, suficiente para tornar a corrida ainda mais agradável.
Correr na chuva sentindo a água lavando o rosto, o vento batendo no corpo e o rio Amazonas com papel de parede, faz você se sentir vivo e refletir para as coisas simples da vida. Correr é “tão natural quanto o taperebá”, diria o poeta se fosse corredor.
Ao final do passeio foram 50 minutos na chuva, totalizando 7,46 km, com ritmo médio de 6min42s/km e velocidade média de 9km/h. Deu para queimar 271 calorias e manter o coração calmo e tranquilo com 138 bpm.
Apesar de muitas nuvens, com tempo fechado, o GPS funcionou plenamente e foi possível registrar esse momento mágico.
