Cinco de junho marcou o segundo aniversário da minha primeira maratona. Como a primeira maratona a gente nunca esquece, segue dois momentos que registrei no blog, por ocasião da Maratona de Estocolmo – Suécia.
“No km 27, passei por uma experiência diferente, nunca antes sentida. Dores musculares e câimbras foram tomando conta de minhas pernas, até se tornarem insuportáveis. Com a dor e o sofrimento você tem uma ideia diferente de você mesmo e terminar uma prova nessas circunstâncias o torna uma pessoa diferente e isso é pra vida toda. Hoje, quando relembro desses momentos, o que vem à cabeça não é a intensidade do sofrimento, mas minha capacidade em suportá-la”.

“Entrei no estádio olímpico e me arrepiei com a presença das pessoas gritando, incentivando… Ao me aproximar da linha de chegada, vi o Sven e a Mara agitados e gritando o meu nome. Vibrei muito! Retirei a bandeira do pescoço e levantei para passar pelo pórtico, com tempo final de 4h12min55s, média 5min59s/km e velocidade média de 10km/h”.

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