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Apesar de recentemente ter virado febre nas academias e lanchonetes do sul e sudeste do país, na versão industrializada, o puro açaí já faz parte da culinária nortista há séculos. Diferentemente das misturas com guaraná, granola, banana e outros insumos, naquelas regiões, aqui é consumido com farinha de mandioca e uma proteína (carne, charque, peixe frito).
Independente da combinação, o açaí é um alimento rico em ferro, vitaminas E e B1, potássio, cálcio, fibras e antomicinas – substância que retarda o envelhecimento. É também muito calórico. Apresenta alto teor de gordura, cerca de 12,2 gramas para cada 100 gramas de açaí. Porém, aumenta os níveis de HDL, considerado bom colesterol, que melhora a circulação sanguínea.
É indicado aos corredores como fonte de energia e devido aos benefícios que traz a saúde. Entretanto, segundo pesquisa da Unifesp, o açaí não deve substituir uma refeição, pode ser servido como um lanche antes do treino. Há, também, na forma industrializada, o Exceed Gel Açaí, fonte de carboidrato, para ser usado durante os treinos longos.
Particularmente, gosto, mas não sou amante do açaí. Tomo esporadicamente e consigo vê-lo à mesa sem maiores traumas. Mas minha família é apaixonada. É viciada. Se houvesse clínica para tratamento teriam que ser internados imediatamente, tamanha é a gula por açaí.