No mundo das corridas todo dia tem novidades. Nos sites e revistas especializadas em corrida são apresentados os últimos lançamentos de equipamentos com tecnologia de ponta. São relógios com GPS, roupas com tecido tecnológico e uma infinidade de acessórios que prometem revolucionar sua vida e melhorar seu rendimento no esporte.
Imagino que as empresas devem gastar rios de dinheiro para influenciar os consumidores a adquirirem seus produtos. Inclusive, investindo na realização de corridas com exclusividade de marca, como acontecem com os principais circuitos de 5 e 10km e mais recentemente com meias maratonas, onde a feira do evento comercializa seus produtos. É uma boa estratégia: vender produtos de corrida, incentivando e organizando provas. 
Não tenho indicadores para mensurar o tamanho do desempenho da estratégia, mas acredito que um percentual considerável das vendas, pode ser atribuído ao famoso boca-a-boca, um marketing mais pessoal e efetivo, que dá credibilidade e influencia.
Informações sobre ferramentas que se usam em corridas é uma prestação de serviço que os corredores se sentem orgulhosos em passar. Tudo o que experimentam, e que entendem, que ajuda a melhorar a performance, vira propaganda e com retorno positivo para a marca.
As grandes marcas já perceberam essa tendência crescente de marketing na corrida. Por isso, investem em propaganda com atletas amadores, que nem precisam ter tempos expressivos, mas que estejam bem relacionados no mundo das corridas, principalmente na internet, através de blogs e redes sociais.
Essa rede de influências pode trazer bons frutos, à medida que estabelece canais diretos de comunicação entre a marca esportiva e seus potencias clientes. Na há limitação geográfica ou barreiras e se atender ao interesse do corredor, suas impressões sobre o produto, tornam-se propaganda positiva em escala mundial.

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