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Já estou a quase 10 anos no universo das corridas. Nesse período, acumulei muitos quilômetros de rodagem e uma gama de conhecimentos na área. Tudo isso, treinando, lendo livros e revistas especializadas, além de integrar uma das melhores assessorias esportivas do país, tendo como técnico o maratonista Adriano Bastos.
O resultado de anos correndo é um cara mais enxuto, mais leve, silhueta definida, manequim bem menor e visual mais jovial. Além de muita disposição, saúde em dia e qualidade de vida.
Com esse cartão de visitas, comumente sou solicitado pelos amigos que querem dicas de planilha de treinos; tipo de tênis de corrida, a melhor prova para iniciantes e uma infinidade de outras coisas relacionadas ao mundo das corridas. Não sou um profissional da área, mas como disse, tenho uma extensa experiência na área e às vezes, não me furto de ajudar.
O tema é gostoso, pois, não se trata apenas do simples ato de correr. Você acaba se tornando um “guia turístico de corridas” ou apenas maraturista, como somos conhecidos. E isso, sempre rende boas histórias sobre viagens, lugares, pessoas e aventuras.
Mas convenhamos: só falar disso enche o saco, não é mesmo? Para não me tornar um cara chato, deixo o início desse tipo de conversa para o meu interlocutor e procuro dar opinião apenas naquilo que é questionado. A intenção é não ser um sujeito que não consegue falar de outro assunto, ser o inconveniente ou o “chato da corrida”.
O fato é que o universo do maraturismo propícia longas e boas conversas, atiça a curiosidade e é um prato cheio para quem pretende ingressar nesse mundo e precisa de um incentivo.