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Deixei para registrar o treino ‘longo’ de sábado somente hoje, não por esquecimento, mas por uma questão de observação. Estava aguardando a reação do organismo diante dos 13 km de atividades desse dia. Em geral, quando o organismo ainda não está adaptado a um tipo de esforço o resultado é a dor muscular tardia. Como foi o primeiro treino, depois da volta às atividades, acima dos 10 km, não sabia como o corpo reagiria. Estava até curioso para saber.
No sábado, amanheci com dores musculares provenientes da musculação. Não incomodavam, mas contribuíram para a ‘preguiça’ que deu na hora de levantar. Como havia assumido o compromisso de treinar com os amigos, com muito esforço, consegui me desvencilhar da cama. Depois do treino, achei que fosse acordar, no domingo ou na segunda, dolorido do esforço.
Nem no domingo e nem na segunda. É claro, que não foi uma corrida vigorosa ou fora do ritmo habitual, mas como estou retornando aos treinamentos, a dor poderia tomar conta do corpo. Em geral, ela se manifesta algumas horas depois da atividade e permanece, em alguns casos, até dez dias. Isso aconteceu comigo após a minha primeira maratona. Até para piscar doía.
Como as dores musculares não vieram é uma boa indicação de que a carga e/ou intensidade do treinamento está adequada para o meu nível atual de condicionamento. É bom que se diga também, que tomei algumas medidas preventivas, como: 1) alongamentos antes e depois da atividade; 2) suplementação de carboidrato e proteína; 3) automassagem nas pernas; 4) gelo nos pés; 5) hidratação durante todo o dia e 6) alimentação balanceada.
Como o próximo desafio é em junho, há tempo suficiente para recuperar o condicionamento físico e se preparar de forma adequada para a Maratona de Porto Alegre. Com ou sem dores, é bom que se diga!