Estratégia de Prova
O “plano A” para um bom desempenho na Maratona de São Paulo.
A estratégia de prova inclui o planejamento sobre ritmo, hidratação, suplementação, aquecimento e largada. É o conjunto desses fatores que vai determinar o sucesso ou o fracasso do desempenho de um atleta. E quando se trata de uma maratona tudo deve ser planejado antecipadamente e devidamente executado, sob pena de pagar caro, “quebrando” no meio da prova.
O técnico Adriano Bastos definiu o ritmo a ser adotado na prova. Achou conveniente o pace de 5min10s/km. Nesse ritmo a previsão do tempo de conclusão da prova seria de 3h38min. A meta pessoal, entretanto, é correr sub-4h, que quer dizer, correr abaixo de quatro horas.
Para ter o controle do ritmo a ser empregado na prova a ferramenta que disponho é o GPS do Garmin e o seu “corredor virtual”. Nele, estabeleço o ritmo a ser seguido pelo “corredor virtual” e o visor mostra o ritmo dele e o meu e suas diferenças. Para reforçar esse controle, levo um cronômetro no cinturão de hidratação e uma tabela de ritmo com a passagem por cada quilometro. 
A hidratação tem que ser casada com a suplementação. Assim, é importante saber antecipadamente os postos de hidratação. No site da maratona, a organização informa os postos. Assim, defini a hidratação e suplementação da seguinte forma: água no km 5; gel de carboidrato e água no km 9; 1g de sal, gel de carboidrato e água no km 16; isotônico no km 18; água no km 21; gel de carboidrato e água no km 23; 1g de sal e água no km 26; isotônico no km 30; gel de carboidrato e água no km 31; 1g de sal e água no km 35 e, finalmente, gel de carboidrato e água no km 38.
Como é que faço para memorizar tudo isso? No verso da tabela de ritmo acima, preparei uma outra tabela com a indicação da quilometragem e a definição da hidratação e suplementação. Isso faz parte da estratégia, pode salvar sua corrida, evitar uma possível “quebra” e colocar tudo a perder, depois de meses de treinamento.

Deixe o seu comentário!