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A única lembrança daquela que era a prova mais tradicional do Estado do Amapá – A CORRIDA EQUATORIAL – é a medalha abaixo. Ela era realizada nos moldes da São Silvestre, na noite do último dia do ano. Depois, passou a ser seletiva para a São Silvestre e sua data foi antecipada para não coincidir com a prova paulista. O seu vencedor ganhava passagem, hospedagem e o direito de correr junto com a elite, em São Paulo.
A CORRIDA EQUATORIAL tinha o percurso de 10 km. A largada era no monumento do Marco Zero, no hemisfério sul e seguia para pela Rodovia JK, Rua Jovino Dinoá, Av. Diógenes Silva, Rua Hildemar Maia, Av. FAB, Rua Cândido Mendes, Av. Coriolano Jucá, Rua Azarias Neto e o ponto final era em frente ao antigo Novotel (atual Hotel Macapá), no hemisfério norte.
Participei de três edições da CORRIDA EQUATORIAL, entretanto, só obtive uma colocação expressiva na última, em 1985, que aconteceu no dia 21 de dezembro, quando cheguei em sexto lugar e ganhei a medalha da foto. Na época tinha apenas 15 anos.
A sétima edição da CORRIDA EQUATORIAL foi vencida pelo Hamilton Valente (que depois tornou-se árbitro de futebol). Em segundo lugar chegou o José Juvenil, que comandava a Equipe Quebra-Mar, um das mais bem sucedidas da história do atletismo do Amapá.
Uma pena que a prova não exista mais. Era um evento tradicional e muito aguardado por quem praticava a corrida de rua. Se ainda existisse, atualmente, a corrida estaria completando 34 anos.
