Alimentar-se e hidratar-se corretamente é quase tão importante quanto treinar direito. O indivíduo queima calorias na corrida e permanecerá com a silhueta estável se repuser as calorias perdidas. Se comer mais, irá engordar; menos, emagrecer. Por isso a alimentação deve sofrer alterações quandoa corrida é incorporada à rotina, mas isso não significa que está liberado o assalto à geladeira.
“Aqui está o risco. Ao fazer exercício, é absolutamente normal que a pessoa sinta mais fome. Se ela passar a comer mais, dificilmente sentirá os efeitos da corrida. A perda de peso acontece pelo déficit. Se não houver um controle na alimentação, não haverá emagrecimento; se o controle for radical, a pessoa vai emagrecer demais”, alerta a nutricionista Heloisa Guarita.
E há os casos piores. Se a alimentação for restrita –como as dietas que cortam o carboidrato- o corpo poderá, no entanto, queimar massa magra e não a gordura, para ter uma reserva de energia. Não é bom queimar massa magra. A perda deve ser de gordura e não de músculo.
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*Texto extraído do Guia de Treinamento O2.

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