Acordei às seis da manhã e bem melhor que o dia anterior. A garganta melhorou, mesmo assim, continuei com as pastilhas e com o antitérmico. Desci para o café da manhã às seis e meia. Estava chovendo e o frio apertava. No restaurante não se falava em outra coisa: a possibilidade de correr os 21 km da Meia do Rio embaixo de chuva.
Como estava me sentindo bem, não tinha dúvidas de que iria correr a prova. Considerei a possibilidade de não participar da corrida, caso não melhorasse. Ou ainda, de não estar cem por cento, mas em condições de correr e acompanhar algum dos amigos, sem se preocupar com ritmo ou tempo. Apenas correr!
Fui para a praia de São Conrado de taxi com os amigos de Macapá: Cel. Carlos e Edson Kawara. No caminho, os termômetros indicavam 15 graus e ainda chovia. Quando chegamos em São Conrado uma chuva fina incomodava e o vento frio dava uma sensação térmica em torno de 10 graus.

Fomos direto para o guarda-volume para deixarmos a minha mochila. Comentávamos que nos últimos anos a prova tinha sido embaixo de Sol, o que dificultava, principalmente no final, já no Aterro do Flamengo. Essa era a chance de fazer um tempo expressivo. Incorporar um queniano nesse corpo de tartaruga.

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