Respeite seu corpo!
Ele merece um tratamento melhor… Respeite-o nas roupas que usa e não geram
desconforto, mas acariciam, deixando-o confortável.
No que você come e no
que você bebe, sem exigir dos seus órgãos esforços brutais para digerir a
agressão.
No ar que respira,
fresco, nutrindo e oxigenando seu sangue, sem entupi-lo de fuligem como se
fosse um duto de gases tóxicoc.
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Extraído do livro
“Semente da Vitória”, de autoria do treinador e preparador físico Nuno Cobra,
102ª ed. – São Paulo: Editora SENAC, 2011.
O homem global é
formado por corpo, mente, espírito e emoção. Parece até coisa sabida,
praticada, mas não é!
Vive-se parcialmente.
Alguns esquecem do corpo e vivem no templo da mente  e por ela buscam aproximar-se do espirito. Mas
o corpo esquecido cobra-lhes sustentação, o bem-estar, a disposição, o ar
fresco pleno nos pulmões.
Falta-lhes o sangue
forte e vivo correndo nas veias. Então, suas mentes agonizam e seus espíritos
se apagam como luz noturna do farol da vida.
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Extraído do livro
“Semente da Vitória”, de autoria do treinador e preparador físico Nuno Cobra,
102ª ed. – São Paulo: Editora SENAC, 2011.
Tão importante quanto
aquilo com que você se alimenta é a maneira como você se alimenta. As pessoas
não se dão conta de que o momento da alimentação é de extrema importância para
a saúde. É o momento de reenergização máxima do corpo. Um momento sagrado no
qual nosso organismo vai assimilar a própria vida. Temos apenas de oferecer
condições de paz, tranquilidade e repouso para que esse processo vital se dê de
maneira natural e o organismo absorva os nutrientes da melhor maneira possível
para sua subsistência.
É um momento em que a
máquina humana entra num processo muito especial, sem que infelizmente seja
levada a sério pelas pessoas que se alimentam de qualquer maneira e em qualquer
lugar. E, o que é pior, comendo qualquer coisa. Normalmente não se oferecem
condições para que o organismo absorva como convém o fluxo da vida.
O ambiente dessa
operação deve ser fresco, silencioso e tranquilo. Não deve ter nenhum tipo de
poluição – e cabe lembrar que a poluição sonora também é indesejável. Se houver
música, ela deve ser suave, pois afeta o organismo mesmo inconscientemente. O
local deve ser arejado e muito oxigenado, pois nesse momento o organismo
trabalha com carga total. Na verdade, o ideal seria almoçarmos sempre num
jardim repleto de árvores… Mas, se não dispomos dessa incrível possibilidade,
devemos evitar ao máximo frequentar restaurantes em que é permitido fumar ou em
que se cria de forma sarcástica e hipócrita um local para os não fumantes. Como
se o ar não fosse o mesmo a circular dentro do estabelecimento ou como se a
fumaça soubesse ler as placas.
Sabe-se
cientificamente que os males causados aos fumantes passivos são terríveis da
mesma forma. Aqui vale lembrar o livre-arbítrio, segundo o qual quiser que
fume, porém para isso deveriam existir restaurantes para fumantes e
restaurantes para não fumantes.
Mas há que se
respeitar a si e não apenas ao semelhante. Deve-se evitar fumar ao menos nesse
momento tão sério, que é o da alimentação.
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Extraído do livro
“Semente da Vitória”, de autoria do treinador e preparador físico Nuno Cobra,
102ª ed. – São Paulo: Editora SENAC, 2011.
Evite correr sob sol forte e em dias muitos quentes.
Nessas circunstâncias, a tendência é que a FC [frequência cardíaca] aumente muito, mesmo que  você corra num ritmo mais leve. Isso acontece porque o sangue tem de cumprir várias funções simultaneamente, entre elas equilibrar a temperatura corporal e suprir os músculos de oxigênio e nutrientes. Com essas e outras funções sendo feitas ao mesmo tempo, ocorre uma sobrecarga cardíaca e a FC pode elevar-se além dos limites desejáveis, um perigo para a sua saúde e para sua vida!
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Texto
extraído do livro COMER, TREINAR, DORMIR: como superar as doenças da
vida moderna, de autoria da médica Samira Layaun, editora prumo, 2012.
Correr regularmente retarda os efeitos do envelhecimento, constatou, em 2008, um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Standford, que acompanhou 500 corredores de idade por mais de 20 anos.
Corredores idosos tem menos indisposição e permanecem mais ativos quando atingem os 70 e 80 anos. Os pesquisadores acompanharam 538 corredores com mais de 50 anos comparando-os com um grupo similar de 423 não corredores. Os corredores faziam parte de um clube nacional de corrida.
Em 19 anos de corrida, 34% dos não corredores havia morrido, comparado com apenas 15% dos corredores. No começo da pesquisa, os corredores corriam uma média de 4 horas por semana. Depois de 21 anos, o tempo de corrida caiu para a média de 76 minutos por semana.
Todos que participaram do estudo se tornaram mais indispostos ao longo dos anos, mas entre os corredores as indisposições começaram mais tardiamente. As taxas de mortes por ataques cardíacos e derrames são menores entre os corredores, assim como as mortes precoces causadas por câncer, doenças neurológicas, infecções e outras causas, segundo o estudo revelou.
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Extraído do livro “+ Corrida” do Jornalista Rodolfo Lucena, Publifolha, 2009.
Treine com sabedoria, corra com inteligência e desfrute de seus melhores desempenhos
Quanto o treino bom e coerente produz um alto nível de condicionamento físico e as condições de corrida são ideais, um recorde pessoal é mais do que provável. O que muita vezes acontece depois de um melhor desempenho pessoal é que o corredor passa a considerar esse recorde como o padrão para mensurar todos os desempenhos subsequentes. Os desempenhos que resultam em recordes pessoais precisam ser apreciados e desfrutados com a compreensão de que uma confluência de inúmeros fatores contribuiu para essa conquista. Não é justo nem razoável esperar que os desempenhos subsequentes igualem ou excedam esse recorde pessoal sob condições menos que ideais. Sugerimos que os corredores treinem com sabedoria e estejam preparados para os momentos em que as condições sejam ideais.
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Extraído do livro TREINE MENOS, CORRA MAIS, de autoria de Bill Pierce, Scott Murr e Ray Moss, Gente Editora.

O treinamento indoor, que é na esteira rolante, é indicado tanto para o corredor iniciante como os mais experientes. A esteira, por se deslocar sobre o atleta, faz com que o deslocamento vertical seja maior, enquanto que o treinamento outdoor (na rua) proporciona um esforço maior, pois o atleta tem que fazer o deslocamento vertical e horizontal e ainda vencer a resistência do vento e dependendo do tipo de terreno o esforço é maior ainda.

É comum os atletas fazerem treinos longos nas esteiras, pois este equipamento ajuda a preservar a integridade física do atleta, uma vez que os treinos longos na rua são extremamente exaustivos para as articulações e tendões. Porém, é imprescindível que o atleta realize pelo menos 90% do treinamento no ambiente específico da prova, ou seja na rua.
A seguir estão algumas vantagens e desvantagens do treinamento indoor.
Vantagens
Não tem a resistência do vento, deixando o exercício mais confortável;
O equipamento oferece um sistema de amortecimento, diminuindo o risco de lesões por impacto;
A máquina tem recursos para controlar a velocidade, distância e inclinação;
Na maioria das vezes as esteiras estão localizadas de frente para o espelho, e permitem a correção da postura durante o treinamento;
Fica mais fácil para o professor fazer os ajustes adequados com relação a postura e também observar o comportamento das varáveis fisiológicas como frequência cardíaca e pressão arterial;
Não sofre interferência climática como: as chuvas e o frio.
Desvantagens
O treinamento somente na esteira, não prepara para as competições;
No início, o medo de desequilibrar e cair pode provocar tensão e dores.
Em ambientes fechados e não aclimatados adequadamente a desidratação é maior;
O desgaste é menor no que na rua, o que significa em menor gasto energético.
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Extraído do livro CORRIDA – Teoria e Prática do Treinamento, de Alexandre Machado, Ícone editora, São Paulo, 2009.  
O sono é decisivo na manutenção e elevação de seu nível de saúde
Respeite seu corpo no sono que relaxa, solta, predispõe, organiza os hormônios, elimina os excessos, recompõe todas as células do nosso organismo, liberta o inconsciente para o encontro com a energia universal. Sono sem barulho, sem interrupções, sem telefone, com cama macia, lençóis de algodão, paz, silêncio, tranquilidade.
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Extraído do livro “A Semente da Vitória”, de autoria de Nuno Cobra, editora SENAC.
Quais são, afinal, os efeitos dos exercícios no combate à obesidade?
Em primeiro lugar, eles previnem o sobrepeso e contribuem para a manutenção da perda de peso, pois aceleram o metabolismo, aumentam a massa muscular (o que mantém o metabolismo acelerado mesmo no repouso), aumentam a quantidade de calorias queimadas e favorecem a perda de gordura. Isso sem contar os ganhos estéticos, psicológicos e sociais: melhoram a aparência, a autoestima, a sensação de bem-estar e prazer, a aceitação social.
A perda de massa muscular que ocorre com a idade é uma das razões pelas quais o metabolismo fica mais lento, e isso facilita o ganho de peso. Assim, as pessoas mais velhas ganham peso com mais facilidade. A prática de exercícios preserva e até aumenta a massa muscular, o que mantém o metabolismo acelerado mesmo em idades mais avançadas. Isso facilita o emagrecimento e a manutenção do peso.
A combinação entre alimentação adequada e exercícios também combate a perda de massa muscular que acontece quando se faz somente dieta. Além disso, melhora o condicionamento cardiovascular, o humor, previne doenças como hipertensão arterial, diabetes, depressão e ainda evita o acúmulo de gordura na região abdominal, diminuindo os riscos de infarto.
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Texto
extraído do livro COMER, TREINAR, DORMIR: como superar as doenças da
vida moderna, de autoria da médica Samira Layaun, editora prumo, 2012.
Se é difícil fazer as pessoas acreditarem nos benefícios da mudança de hábitos, fazê-las colocar bons hábitos em prática é quase impossível. Os brasileiros, por exemplo, não têm noção do que é uma alimentação balanceada. Para a maioria das pessoas, dieta balanceada é sinônimo de regime, fome ou sacrifício. Não, não é. É perfeitamente possível ter uma alimentação ao mesmo tempo nutritiva e prazerosa, sem sacrifícios e sem passar fome.
Da mesma forma, no Brasil praticamente inexiste a cultura da atividade física: nesse caso, também há uma ideia equivocada. Muita gente acha que exercício físico é privilégio ou exclusividade de atletas profissionais. Também não é. Nosso organismo precisa de exercícios tanto quanto precisa de alimento, de água, de sono, de sol, de lazer.
Considerando-se ainda o fator estresse, que atualmente atinge a maioria das pessoas, pode-se concluir que estão colocados os alicerces para o desenvolvimento de inúmeras doenças.
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Texto
extraído do livro COMER, TREINAR, DORMIR: como superar as doenças da
vida moderna, de autoria da médica Samira Layaun, editora prumo, 2012.

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