O paraquedas é utilizado no
treinamento de corrida e ajuda a melhorar a força e a velocidade do corredor,
além de aumentar a resistência e fortalecer a musculatura da perna, melhorando
o desempenho do atleta.
O equipamento é fabricado em
nylon de alta qualidade, com redes de fixação, corte e costura adequados para
uma maior estabilidade. É utilizado em ambientes amplos como quadras e campos.
Na preparação para a Maratona de Berlim, os treinos vão
estar incrementados com a utilização da Elevation Training Mask (máscara de
treinamento de elevação). Segundo o representante no Brasil, a máscara simula o
efeito do treinamento em altitude para aumentar o gasto calórico, a frequência
cardíaca e a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue.
Nos primeiros usos, a Training
Mask
dá uma sensação de desespero devido a diminuição da oferta de ar
durante a corrida, o que dificulta a respiração. É exatamente isso que faz com
que o esforço dos pulmões melhore a capacidade de
oxigenação do atleta e ajude na circulação
sanguínea, movendo de forma eficiente sangue oxigenado para as células do
corpo.

Marco usando a Training Mask
A ideia é que o consumo limitado de oxigênio aumente a produção de
células vermelhas do sangue e que em condições normais, o atleta melhore o
desempenho. Segundo o fabricante, o princípio é o mesmo que ocorre
quando atletas, que querem melhorar a performance, treinam na altitude e quando
voltam a correr ao nível do mar ficam mais resistentes, fortes e rápidos.
A
Elevation Training Mask
é muito difundida entre atletas do MMA como o lutador Anderson Silva; o triatleta
australiano Pete Jacobs, segundo colocado no Ironman do Havaí em 2011; Adriano
Bastos, octacampeão da Maratona da Disney e em outros esportes como basquete,
futebol, corrida e ultramaratona.

Anderson Silva usando a Training Mask
Veja
alguns benefícios de se usar a máscara de treinamento, segundo o representante
no Brasil:
-Aumenta
a força do Diafragma;
-Melhoria
da Circulação;
-Melhora
o condicionamento cardiovascular;
-Aumenta
a capacidade Pulmonar;
-Aumenta
o limiar aeróbico;
-Aumenta
a eficiência de oxigênio;
-Aumenta
a produção de energia;
-Aumenta
a resistência física e mental;
-Aumenta
a concentração mental;
Já sabemos que o tênis é um utensílio extremamente
importante para o corredor. Ninguém tem vida longa nesse esporte sem um bom par
de tênis. Por outro lado, um inconveniente é o cadarço desamarrar durante a
prática do exercício físico e provocar uma queda, no caso de alguém pisar nele.
Entretanto, para eliminar esse transtorno, alguns corredores
optam pelo cadarço elástico. É que ele não desamarra e não laceia. Além disso, expande
e contrai de acordo com o movimento do pé. É, portanto, uma boa opção de acessório
para você não ficar pelo caminho amarrando o tênis, o que pode tomar alguns preciosos segundos do seu tempo de prova.

O cadarço elástico consiste de um elástico resistente de aproximadamente um
metro de comprimento e que se ajusta ao tênis sem apertar, proporcionando
conforto.  O ajuste é controlado pelas ponteiras, sendo que alguns modelos usam duas por tênis.
Outros usam uma ponteira e um fecho para prender as extremidades do elástico,
para que não fiquem aparentes.

Veja algumas vantagens do cadarço elástico:
●É
confortável, anatômico e bem prático;
●Dado sua versatilidade, pode ser usado em
qualquer tipo de calçado;
●Não há restrição de gênero ou idade;
●Não desamarra e nem laceia;
●Pode ser ajustado tanto no comprimento quanto
na pressão, deixando o calçado confortável;
●Permite calçar e descalçar com
facilidade, sem alterar o ajuste do calçado;
●Há varias opções de cores para combinar
com o tênis;
●Pode ser cortado, caso esteja comprido
demais, para adaptar-se ao calçado.
No mundo das
corridas, um acessório vem ganhando destaque. Nas feiras das maratonas e das
principais corridas do mundo é fácil encontrar meias de compressão. Muitos
atletas aderiram ao acessório, mas será que elas realmente trazem algum
benefício para a melhora do desempenho físico?

A Signavaris Sports,
empresa que produz e comercializa meias de compressão, assegura que a
compressão promove grandes benefícios para a fisiologia muscular do atleta. Afirma
que ela atua como um músculo extra que aperta suavemente as paredes das veias,
melhorando a circulação. Com isso, ocorre a regeneração muscular, diminuindo
dores e fadiga e como consequência o aumento do desempenho físico.
Segundo a empresa, a
meia de compressão faz o sangue circular de volta para o coração de forma mais
eficiente, combatendo a estase venosa, que é a situação em que há
diminuição da velocidade da circulação do sangue, como ocorre com pessoas
acamadas, cirurgias prolongadas, posição sentada por muito tempo (viagens
longas em espaços reduzidos – avião, ônibus).
Benefícios
A Signavaris Sports garante que há
estudos que comprovam a eficácia da compressão na recuperação muscular e
melhoria do desempenho físico e fisiológico. Veja alguns:
●Melhora a propriocepção;
●Diminui a
vibração muscular;
●Reduz a
produção de ácido lático;
●Melhora o
alinhamento muscular;
●Diminui a
ocorrência de cãibras e dores na panturrilha;
●Reduz
a fadiga muscular;
●Melhoria
no desempenho dos atletas;
●Recuperação
muscular.
Um dos serviços
disponibilizados gratuitamente na feira da Meia do Rio e que foi bastante
concorrido pelos atletas foi o teste da pisada. Um sistema monitorado por
computador captava a imagem dos pés pressionando o “tapete” sobre o qual os
atletas corriam. Ao final do teste era fornecido o resultado com um panfleto
indicando o tênis da Adidas (patrocinadora do evento) adequado ao seu tipo de
pisada.
O teste
possibilita a aquisição de um tênis de corrida adequado ao seu tipo de pisada. O
Juninho aproveitou a oportunidade e fez o teste.
Junior fazendo o teste da pisada

Segundo
especialistas, a pisada errada compromete o equilíbrio do corpo, gerando
modificações posturais nos pés, joelhos, quadril, coluna vertebral e também na
cabeça. Isso provoca alterações na mecânica da corrida e um gasto energético
maior durante a atividade física, pois irá sobrecarregar uma região do corpo.
As últimas pesquisas indicam que a Corrida Natural seria menos lesiva por trocar o impacto gerado pelo calcanhar (que acaba sendo absorvido pela tíbia e articulações) pelo médio pé, pois quem dissiparia a energia gerada pela pisada seriam os músculos dos pés e das panturrilhas. Não há ainda grande número de trabalhos publicados nesse sentido, mas vários estão em fase de conclusão.
Aqueles corredores que se lesionam raramente devem usar o ditado do futebol, que diz que “em time que está ganhando não se mexe”. Mas para aqueles que se machucam com facilidade ou que estejam curiosos, lembrem-se de não terem pressa. Qualquer estímulo diferente ao que nosso corpo está acostumado leva certo tempo para ser compreendido e absorvido – isso quer dizer que ir com muita sede ao pote pode ser uma receita para um desastre. Se você comprou um tênis minimalista, dê tempo para compreender o que é correr com pouco ou sem nenhum amortecimento e chegue às suas conclusões.


Foto (Arquivo pessoal): Minimalista ba Nike
CARACTERÍSTICAS DE UM TÊNIS MINIMALISTA
É necessário estar atento ao que realmente um tênis minimalista. […] minimalista é aquele tênis que interfere o mínimo possível no movimento natural dos pés. Então, para que isso aconteça ele deve ter as seguintes características:
1) Forma larga
2) Pouco ou nenhum amortecimento
3) Extrema flexibilidade
4) Drop zero (sem diferença entre a altura do calcanhar e o resto do solado)
5) Leveza
6) Ausência de suporte medial ou no arco do pé
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Extraído do artigo de Sérgio Rocha (O que vem por aí em modelos minimalistas), publicado na Revista Contra-Relógio, edição de Março de 2013, ano 20, n◦. 234.
Abril é o mês do meu aniversário. Alguns dias depois da maratona, estarei completando uma maratona e mais um quilômetro de vida. Não espero receber presentes, mas normalmente ganho aos montes. A exemplo dos últimos anos, vou estar distante de casa, incursionando nas minhas aventuras pelo mundo das maratonas.
Mesmo assim, costumo recompensar todo o esforço e a dedicação aos treinamentos. Dessa vez, o presente foi um GPS da Garmin: o Forerunner 910. Ele é fruto do dinheiro que foi depositado de acordo com a quilometragem semanal dos treinos. Depois de quatro meses de muita correria, eu mereço!
Já sabemos que o tênis é um acessório imprescindível para todo corredor. Não é um calçado qualquer, tem que ser adequado ao tipo de pisada e ter a cara do dono. É como um automóvel que escolhemos de acordo com a necessidade e interesse, sempre ao nosso gosto e preferência.
A comparação é pertinente, pois, tênis de corrida se assemelha a um automóvel. Veja seus principais componentes:
•CHASSI – O cabedal é o chassi do tênis e é responsável pela proteção e conforto dos pés.
•BANCO – A palmilha é o banco, para acomodar e dar a correta postura aos pés.
•AMORTECEDOR – A entressola é o amortecedor, que garante a dispersão de impactos e o controle do movimento.
•PNEU – A sola é o pneu, que dá estabilidade e garante a tração, como fica em contato com o solo se desgasta rapidamente,
•CINTO DE SEGURANÇA – O sistema de amarração é o cinto de segurança. É fundamental para dar firmeza aos pés dentro do tênis.
•CABINE DE PILOTAGEM – o cockpit do tênis é a cabine de pilotagem, o local onde o pé se ajusta e faz o controle das passadas.
As semelhanças realmente são muitas, mas já pensou se durante uma corrida tivéssemos que efetuar uma troca de pneu, digo de tênis, como eventualmente acontece quando estamos de automóvel? Menos mal para os corredores, pois, os especialistas sugerem a troca do tênis a cada 500 ou 600 km rodados. Segundo eles, após essa quilometragem há uma queda de rendimento, em função da perda de suas características técnicas e funcionais, e um aumento do risco de lesões.
Portanto, devemos tratar com todo carinho esse nossa máquina.
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Imagem extraída de fofuramaxima.blogspot.com.
O Exame de Podoposturologia, que fui submetido na Clinica Tálus, no início do ano, constatou que tenho um tipo de pisada pronada no pé esquerdo e neutra no direito, além de um deslocamento do centro de gravidade para à direita, o que sobrecarregava esta região de corpo e justificava as dores nos pés que vinha sentindo após os treinos.
A correção da postura e pisada foi feita com uma planilha esportiva bilateral, utilizando peças podais. Com isso, o centro de gravidade se centralizou e atingiu níveis de normalidade e a pisada foi corrigida.
Na prática, a minha pisada dificilmente seria corrigida somente com o tênis, uma vez que é diferente de um lado para o outro. Seria imaginar um tênis com pisada pronada na esquerda e neutra na direita. Ainda que encontremos tênis que prometam corrigir vários tipos de pisadas simultaneamente, a vantagem da palmilha é que ela é personalizada e confeccionada de acordo com o exame realizado. No meu ponto de vista, a possibilidade de sucesso com ela é bem maior.
Moldando a palmilha esportiva
Comecei a usar a palmilha imediatamente após a sua confecção (25/01). No início é pouco flexível e há dificuldade para acomodá-la no tênis. O primeiro teste-drive correndo foi no dia 26 de janeiro, véspera da etapa carioca do Circuito do Sol. O pé não ficou bem acomodado devido ao volume da palmilha, mas é perceptível que absorve o impacto na queda do pé e ajuda na propulsão. No dia da corrida, ela fez um calo na região plantar do pé esquerdo, porém, ajudou a completar os 10 km em 44min09s, que para um início de temporada é um tempo respeitável.
Com o uso diário da palmilha nos treinamentos, a primeira constatação é que as dores desapareceram, o que já justificou o investimento. E mais, a palmilha está mais flexível, mas carece de um pequeno ajuste na sua dimensão para encaixar melhor no tênis. O Dr. Felipe Santa Rita da Clínica Tálus já se colocou à disposição para resolver esse problema, que será feito antes do meu embarque para a Maratona de Paris. Aliás, devo acrescentar que todas as vezes que fiz contato com a clínica, pós-exame, obtive toda a atenção e a orientação para o bom uso da palmilha.
Recomendo aos amigos corredores a fazerem esse tipo de exame preventivamente, para que não venham a sofrer com eventuais problemas posturais. Quanto antes descobrir, melhor para tratar e corrigir.
Enfrentar uma maratona, guardadas as devidas proporções, é uma batalha. É que uma maratona exige bastante, tanto do físico, quanto do psicológico. Além disso, quanto a coisa aperta, você deseja nunca ter estado ali.
Para encarar uma maratona é necessário um bom condicionamento físico, que só é possível com uma rotina extenuante de treinamento, que exige muita dedicação, empenho e força de vontade. E mais, uma vida social sem exageros, alimentação saudável e cuidados especiais com o corpo. É ou não é uma batalha?
Para enfrentar a “batalha” de Paris, no dia 07 de abril, montei um arsenal, formado por “tanques de guerra” de última geração. A intenção é entrar em combate com poder de fogo e alto grau de mobilidade, para atravessar os mais diversos terrenos em grandes velocidades.
Essas são as armas para vencer o desafio e superar os 42 km da Maratona de Paris 2013 – os tênis de guerra. São dois da New Balance, um asics e outro Saucony. Eles estão prontinhos para entrar em combate.

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