De médico e louco todo mundo tem um pouco. É dessa forma que vou encarar minha lesão. A dor era irradiada de uma região que não conseguia identificar, por isso, a dificuldade em remediar o local correto. Mas agora já diagnostiquei o mal. Trata-se de uma fascite plantar, dor da fáscia plantar, caracterizada por inflamação por microtraumas de repetição no arco plantar e que se estende até a região do calcanhar.
Segundo um breve pesquisa que realizei, a fascite plantar está relacionada com a “falta de flexibilidade do arco longitudinal da fáscia plantar e a rigidez das musculaturas da panturrilha, assim como o uso de calçados inadequados e o aumento do passo durante a caminhada ou corrida, já que é uma anomalia comum entre corredores”.  

Foto extraída do site: http://biomedico-acupuntura.blogspot.com/2010/01/fascite-ou-fasceite-plantar.html

No meu caso, a dor tem origem no arco plantar e é irradiada para a musculatura da perna, principalmente, da panturrilha. O engraçado disso, se é que tem graça, é que só identifiquei o local após pisar descalço numa tampinha de garrafa peti, exatamente no ponto da dor.
Sei que a automedicação é preocupante, por isso vou utilizar uma forma alternativa, menos convencional para tratá-la e sem medicamentos. Vou continuar com a eletroacupuntura e fazer massagens no local. Uma forma prática de massagear a sola do pé e ainda colocar gelo na região é pisar sobre uma garrafinha com água congelada e deixá-la rolar para frente e para trás, durante 20 minutos, três vezes ao dia.
Acredito que vai dar para participar da Meia da Corpore. Nesses dias que antecedem a prova, vou manter os treinos apenas com rodagens leves de 50 minutos. Portanto, a contagem regressiva continua.

Faltam 4 dias para a Meia Maratona Corpore Internacional da Cidade de São Paulo.  

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