Estou aproveitando os dias de folga dos treinos de corrida para fazer o descanso ativo. Trata-se de atividades sem impacto e de baixa intensidade, durante o período de repouso, com o objetivo de ajudar na recuperação muscular. Atualmente, estou firme na bike.  
Estive na orla da cidade, no finalzinho do dia, pedalando. O Sol já estava se pondo. O “vento norte” do rio Amazonas tornava o passeio ainda mais agradável.
Mas nem tudo são flores. O trânsito não favorece o passeio. Falta segurança para ciclistas e pedestres. Os ciclistas tem que competir com os carros por espaço na pista. E como diz o ditado: no final, a corda arrebenta para o lado do mais fraco.
Os pedestres tem a calçada do passeio público, mas não estão livres de acidentes. Nesse espaço, tem gente de patins, bicicleta e “jump running”. Como estamos no período de férias, falta chão para todos e um empurrãozinho daqui e outro de lá, acontece frequentemente.
Uma demonstração do perigo foi o acidente ocorrido com um colega corredor, atropelado por um motociclista. A moto, para fugir do trânsito, estava trafegando pelo acostamento quando atingiu nosso atleta, que fraturou a tíbia. Isso é comum, tanto motos quanto carros circulam pelo acostamento na orla.
Graças aos deuses do esporte, terminei o passeio de bike ileso.

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