Quando vou participar de um evento de corrida, levo alguns acessórios que considero indispensáveis. Um, bastante usado entre os praticantes de atividade física, é o boné. Não se trata de modismo, ele de fato protege a cabeça dos raios solares e impedi que a luz incida diretamente sobre os olhos.

Foto: Na São Silvestre de 2010, boné e óculos de sol 
Resolvi mudar. Fiz apenas um treino com uma bandana, mas gostei do resultado. A água encharcava o tecido, mais fino que o do boné, e escorria para a cabeça. Como ela permanecia molhada, refrescava a cabeça e dava uma sensação de alívio. Na maratona, ela foi perfeita, Como havia vários postos de hidratação não tive problemas para mantê-la molhada.
Outro aspecto significativo da bandana em relação ao boné é que há uma economia de energia, não é necessário retirá-la. Pode parecer exagero de minha parte, mas quando se trata de uma maratona, um simples gesto, retirar e colocar o boné na cabeça, representa “perda” de energia e isso vai fazer falta para concluir os 42 km da prova.
Foto: Na Maratona de São Paulo de 2011, bamdana e óculos de sol
O uso da bandana vem sendo incentivado inclusive pelos organizadores de provas. Ela já faz parte do kit da corrida oferecido aos corredores. É também, uma forma eficiente de marketing para mostrar a marca de uma empresa. Além de seu baixo custo, pode ser feita em casa. A bandana Maraturista eu desenhei e minha mãe costurou. Fez sucesso com os amigos.
Por outro lado, a bandana tem um problema: não protege da incidência dos raios solares sobre os olhos, porém, isso é fácil de ser resolvido, deve ser usada com óculos de sol. Não estou dizendo que a bandana é melhor que o boné. Não é isso! Quando se trata de corridas o que é bom para um, pode ser um desastre para outros. Os acessórios devem ser testados nos treinos e só depois, usado nas corridas. Portanto, use e abuse do bom gosto e faça sucesso nas corridas.  


A maioria das corridas que participei fiz uso do boné. Quando estava treinando para a Maratona Internacional de São Paulo, verifiquei que pouco tempo depois de molhar a cabeça e recolocar o boné, formava-se uma espécie de zona de calor e a “moleira” esquentava horrores. E olha que ele era indicado para esse tipo de atividade.

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