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Foto: Calçadão do “Lugar Bonito” – Parque do Forte (Macapá-AP)
Não adianta reclamar do vento forte na orla do rio Amazonas. Com a proximidade da Maratona de Buenos Aires o melhor a se fazer é treinar. Continuar ralando forte para chegar em condições de atingir a meta estabelecida de concluir a prova em 3h30min.
Esses últimos três dias de atividades na orla não foram diferentes. Ventos com velocidades variando entre 20 e 23 km/h, batendo de frente, arremessando areia nos olhos e jogando o boné longe. Parecem dizer: “vai pra casa, menino!”. E dá vontade mesmo. Mas como disse, Buenos Aires está próxima e é preciso se preparar para os seus 42 km.
Na segunda-feira (12/09/2011), de certa forma, foi moleza. Treino leve, descompromissado, ritmo lento. Não gosto de falar muito o tempo do treino porque as pessoas ficam assustadas ou acham que estou tripudiando da falta de condicionamento delas. Nesse treino, inclusive, nem levei relógio. Fiz o percurso de ida/volta na orla, saindo do Araxá até o Parque do Forte na companhia do Andreas, que está retomando seus “treinos”.
No dia seguinte (13/09/2011), feriado estadual no Amapá. Muita gente caminhando, correndo e passeando nas praças, no final da tarde. Meu objetivo era quatro “tiros” de 8 minutos no ritmo de 4min30s/km. Com o congestionamento no calçadão da orla, tive muitas quebras de ritmo, porém, não esquentei com isso. Dividi educadamente o espaço e o vento com todos e corri no ritmo que me era permitido. Mesmo assim, consegui percorrer as seguintes distâncias 1,77km/1,68km/1,68km/1,63km. O que dá um ritmo médio de 4min45s/km.
Ontem (14/09/2011), prossegui com a rotina de treinos. O Andreas não apareceu e resolvi correr o tempo programado de 1h2omin no ritmo de 5min30s/km e enfrentar o calor da tarde e o famoso vento da orla. Já melhorei nesse embate com o vento, em relação às outras vezes. Fiz 13,91 km de percurso no ritmo de 5min37s/km e velocidade média de 10,7 km/h e máxima de 12,1 km/h.
A disposição e os treinos seguem firmes. Os ventos chegam e passam. Sempre “depois da tempestade vem a bonança”. Então, é continuar na luta, sem chororô.
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É melhor o vento quente que o vento frio aqui de Curitiba.
É verdade! Reclamo do vento, mas adoro o clima de Macapá para treinar. Por outro lado, nas provas prefiro um ventinho mais suave, com clima ameno. É bom para fazer marcas expressivas. Aproveite o frio que o calor te espera. Grande abraço