Todas as vezes que fui a um estádio para assistir a uma partida de futebol meu time não perdeu. Foi assim nos três jogos da Seleção Brasileira (1989, 2005 e 2011) e nos títulos do Flamengo: Carioca de 1991 (Flamengo 4 X 2 Fluminense), Brasileirão de 1992 (Flamengo 3 X 0 e 2 X 2 contra o Botafogo) e o Tricampeonato de 2009, novamente contra o Botafogo.
Especificamente no Superclássico das Américas, apesar de ser o “time B” do Brasil, valeu pela vitória e principalmente pelo show da torcida. O hino nacional cantado por 43 mil pessoas foi extremamente emocionante, uma declaração explícita de patriotismo e acima de tudo, de paixão pelo futebol.
Gosto de futebol porque te proporciona diferentes emoções. Você ri, xinga, comemora, às vezes chora. Extravasa, de fato. E quando seu time vence, dá um alívio danado e permite tirar aquele sarro dos torcedores do time adversário.
Como sou pé quente, bem que a presidente do Flamengo poderia me fornecer um passaporte livre para os jogos do Mengão. A coisa tá feia e eu poderia dar uma forcinha com o meu “brebe”.

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