Optei por retirar o kit da Maratona de Buenos Aires pela manhã. Apesar de não ter dormido o suficiente, fazendo isso pela manhã teria tempo para descansar no período da tarde.
O local da entrega do kit é distante do hotel e tive que ir de taxi. Ainda que fosse perto, iria buscar um meio de transporte para não cansar ainda mais a musculatura, depois das incontáveis horas de espera, em pé, no aeroporto de Guarulhos-SP.

Na entrada do Centro de Exposições a fachada com a logomarca do patrocinador e da maratona chama a atenção. No hall de entrada você recebe o termo de responsabilidade que deve ser entregue na hora da retirada do kit. A entrega do kit parece desorganizada. Tive essa impressão porque não dividem por número de inscrição e fica tumultuado. Você entra em qualquer fila, entrega o termo de responsabilidade e apresenta o documento de confirmação que você baixa pela internet no site da prova. O funcionário sai para buscar o kit com seu número de peito, camiseta e pulseira que identifica o seu ritmo de prova pela cor. 
 Aliás, devo dizer que esse foi o kit de prova mais “pobre” que já recebi. Para uma maratona internacional ficou muito a desejar. Nada de brindes. Pouca coisa mesmo. O único diferencial digno de registro foi oferecer a impressão do seu nome na camiseta do kit (que por sinal é muito bonita).
Por outro lado, a feira da maratona estava bem movimentada e oferecia muitos produtos de corrida: camisetas, shorts, tênis e muitos outros utensílios. Mas o preço não estava muito camarada.

Durante o passeio pela feira, encontrei os meus parceiros de treinos: Coronel Carlos e o Gil. Os caras estavam uniformizados e tirando onda de atletas. A camiseta tinha mais patrocínio que muito atleta de elite, mas ficou bacana.  Compramos alguns produtos e saímos para almoçar.

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