Deixei para treinar no final da tarde de ontem e entrei numa fria, literalmente. O mundo desabou em água e veio acompanhado de um vento gélido. A chuva veio fina no início e estava até agradável, mas depois transformou-se num temporal. Os pingos d’água que batiam no rosto e nos olhos incomodavam. Estava difícil manter a postura correta na corrida. O jeito foi abaixar um pouco a cabeça e meter bronca no treino.
Interessante que, por estar completamente encharcado, tinha a impressão que estava correndo bem abaixo do ritmo programado. Não dava para verificar o ritmo no Garmin pelo fato dos pingos da chuva alterarem a tela constantemente ao atingi-lo. Fiquei surpreso ao baixar o treino para o computador, a média de ritmo foi de 4min38s/km. Realmente, a chuva ajuda na performance.
Nesse ritmo de 4min38s/km, cheguei a atingir a velocidade máxima de 14,6 km/h. A maior velocidade que havia registrado em provas foi 14,1 km/h, na Corrida do Círio, em Belém-PA, em 2011, quando corri num ritmo de 4min16s/km e fiz os 10km em 42min48s.

Isso é uma demonstração de que estou entrando no meu ‘pace’ de prova.

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