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Estava me sentindo indisposto, mesmo assim, fui cumprir a planilha. Como a previsão era de um treino de “tiro”, que exige um pouco mais do corpo, resolvi não monitorar o ritmo, apenas correr num de forma confortável, nem muito lento, para não descaracterizar a programação, e nem muito rápido, para não tornar o treino chato, dado a minha disposição, ou melhor, indisposição.
Só fiquei sabendo do resultado do treino depois de passa-lo para o computador. Confesso que fiquei surpreso! A média de ritmo foi de 4min38s/km, um pouquinho acima do treino registrado na semana passado de 4min34s/km, que foi o melhor do ano. A velocidade média foi de 12,9 km/h, com a máxima atingida de 15km/h. O gasto calórico foi 650 calorias e a frequência cardíaca média de 157 bpm.
A pesar de estar num dia não tão disposto, os números indicam uma performance muito boa. Normalmente, independente da intensidade e volume do treino, a sensação de bem-estar, de disposição e, acima de tudo, de prazer se faz presente. Considero os treinos como um momento de lazer, alegria e diversão. Por isso, estar indisposto é uma exceção.
Por outro lado, tenho a impressão que os dez anos de rodagens, tempo que estou correndo, proporcionaram uma espécie de condicionamento mínimo, capaz de permitir, mesmo nos piores dias, um rendimento médio, como o que aconteceu no treino mencionado. Espero continuar sempre com saúde e com mais disposição.