Sábado foi um dia de desafios. Estava programado duas horas de treino. Até o momento, o mais longo dos “longões” desse início de temporada. A expectativa estava em como o corpo reagiria durante a corrida e a musculatura no pós-treino. Durante esse período é frequente ocorrer o aparecimento da chamada dor muscular tardia (DMT).
A tendência é o aumento da quilometragem, daqui pra frente, à medida que nos aproximamos do dia da Maratona de Porto Alegre. No mês de maio, atingiremos o ápice, cerca de 32 km, a exemplo da planilha que usamos na preparação para a Maratona de Buenos Aires.
Para aguentar essa ‘tranqueira’ é necessário estar com as atividades de musculação em dias. Dois dias da semana são reservados para a musculação na academia. Ela é importante, principalmente, para quem já é um veterano, pois, devido a idade, há uma redução natural da massa muscular e óssea. A musculação ajuda a prevenir essa perda e contribui para o aumento do tamanho do músculo. Além, é claro, de melhorar a força muscular.
Felizmente, às duas horas de treino do longão, não trouxeram maiores consequências. Foram percorridos 18,85 km no ritmo médio de 6min22s/km, com velocidade média de 9,4 km/h e máxima atingida de 11,7 km/h, sendo gastas 1399 calorias. O domingo foi de descanso e sem a temida DMT.

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