Não passava pela minha cabeça que isso pudesse acontecer, mas a musculatura deu sinais de estresse. Apesar de estar em dias com as atividades programadas de treinos, musculação e descanso, no treino de ontem senti fortes dores na panturrilha direita e parte posterior da coxa.
Estava concluindo o último tiro e o “bip” do Garmin já anunciava o seu final quando senti aquela “pontada” na panturrilha direita. Imediatamente reduzi a velocidade e a dor instalou-se na parte posterior da coxa. Prossegui caminhando já em direção de casa. A dor incomodava a ponto de não permitir a marcha normal. Estava parecido com um cavalo manco, com todo o respeito aos cavalos.
Quando uma lesão é iminente, isso mexe com a cabeça da gente. Devido ao planejamento que correr uma maratona requer, em geral, um pingo d’água vira uma tempestade e um gelo, um iceberg. Mas confesso que dessa vez não fiquei tão desapontado. Até porque, depois do atendimento médico, anti-inflamatório, gelo e acupuntura, a dor deu uma trégua. Talvez, nem tenha sido tão grave quanto pensei. O certo é que amanhã não farei o longão tradicional e durante a próxima semana, é provável que não treine. Durante esses dias vou estar tratando da lesão.
De qualquer forma, minha participação na Maratona de Porto Alegre está mantida. Se não der para correr, certamente, vou estar lá com minha inseparável e moderna máquina fotográfica. Já estou com quase tudo preparado, passagens compradas e inscrição feita. Portanto, a lesão pode até me tirar da maratona, mas do turismo não!
Apesar do acontecido, conclui o treinamento percorrendo 10,87 km em 1h02min30s, correndo num ritmo médio de 4min32s/km, velocidade média de 12,8 km/h e máxima 15,3 km/h e gastando 790 calorias.

Bons treinos!

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