A minha participação na Maratona de Porto Alegre já foi para o brejo. Nesse momento, o foco é na recuperação para tratar a fascíte plantar. A fisioterapia passou a fazer parte da minha programação.
Já entendi que não adianta ficar perdendo tempo indo em médico, curandeiro, pajé ou acupunturista, se não der um tempo na corrida para tratar a lesão. Problema muscular não tem mandinga ou milagre: se continuar com atividade física de impacto as coisas tendem a piorar.
Para tentar manter um condicionamento físico mínimo e não ganhar peso, a estratégia é fazer uma atividade de baixo impacto. Descartei a natação e o “deep running” porque não sei nadar e em função disso, nem gosto de brincadeira na água. Mas, neste ano, está nos meus planos aprender a nadar.
Como gosto de pedalar, restou a bike como opção. Nesta quinta (10/05), aproveitei que não amanheceu chovendo e, na companhia do Juninho, saímos para pedalar pela orla. Como a cidade ainda dormia, não havia trânsito e isso facilitou a locomoção, pois, não tenho muita habilidade no trato com a bike, só o necessário para suar a camisa.
Foto: Pedalando no Aterro do Flamengo-RJ
Em tempos de ‘geladeira’, pedalar é preciso!

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